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Quem toma glifage pode beber? Entenda os riscos

Quem toma Glifage pode beber? Entenda a relação entre o medicamento e o álcool

Durante o tratamento com medicamentos para diabetes tipo 2, como o Glifage (cloridrato de metformina), muitas dúvidas surgem sobre o que pode ou não ser feito no dia a dia. Uma das mais comuns é: “posso beber se estiver tomando Glifage?”

Neste post, a Dose Certa explica como o álcool pode interagir com a metformina, os riscos envolvidos e o que os especialistas recomendam para que o tratamento seja eficaz e seguro.

O que é o Glifage?

O Glifage é um medicamento à base de metformina, indicado principalmente para o tratamento do diabetes tipo 2. Ele age reduzindo a produção de glicose pelo fígado, diminuindo a absorção intestinal de açúcar e melhorando a sensibilidade à insulina no organismo. Isso ajuda a manter os níveis de glicose no sangue dentro da faixa saudável.

Álcool e Glifage: o que pode acontecer?

Misturar álcool com Glifage pode ser perigoso. O principal risco dessa combinação é o desenvolvimento de acidose láctica, uma condição rara, mas grave, que ocorre quando há acúmulo de ácido lático no sangue. O álcool potencializa esse risco, especialmente em pessoas com problemas no fígado ou nos rins.

Além disso, tanto o álcool quanto a metformina podem reduzir os níveis de açúcar no sangue. Isso pode causar hipoglicemia, com sintomas como tontura, fraqueza, confusão mental, suor excessivo e até desmaios.

A longo prazo, o álcool pode prejudicar o tratamento?

Sim. O consumo frequente de bebidas alcoólicas pode prejudicar o controle da glicemia, dificultando a ação do Glifage e aumentando o risco de complicações do diabetes. O álcool também pode causar sobrecarga no fígado e nos rins, afetando a metabolização e eliminação do medicamento.

Para quem já tem histórico de doenças hepáticas, insuficiência renal ou consome grandes quantidades de álcool regularmente, o risco de efeitos adversos é ainda maior.

É proibido beber tomando Glifage?

Não há uma proibição absoluta, mas o consumo de álcool deve ser evitado ou, no mínimo, feito com muita cautela — e sempre com orientação médica. Cada pessoa responde de forma diferente ao medicamento, e a segurança do tratamento deve vir sempre em primeiro lugar.

Em geral, recomenda-se não consumir álcool em jejum ou em grandes quantidades. Também é importante ficar atento a qualquer sintoma estranho após a ingestão de bebida alcoólica durante o uso do Glifage.

Quantas horas depois de beber posso tomar Glifage?

O tempo de espera pode variar conforme a quantidade de álcool consumida, o estado de saúde do paciente e o horário habitual da medicação.

De forma geral, para quem consumiu uma quantidade moderada de álcool (por exemplo, uma taça de vinho ou uma lata de cerveja), é indicado aguardar de 12 a 24 horas antes de tomar o Glifage, especialmente se houver sinais de intoxicação alcoólica ou queda de glicose.

Se o consumo foi mais intenso ou frequente, o ideal é evitar completamente a combinação e conversar com o médico responsável.

Conclusão

Se você faz uso contínuo de Glifage, o mais seguro é evitar o consumo de álcool ou conversar com seu médico antes de beber. O risco de acidose láctica e hipoglicemia existe, e cada organismo reage de forma diferente. Por isso, manter um tratamento estável, seguro e bem orientado é fundamental para o controle do diabetes e sua saúde geral.


Leia também: Quem toma remédio controlado pode beber? Descubra aqui!

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A diferença entre tomar medicamento e seguir um tratamento
Tomar medicamento não é o mesmo que seguir um tratamento. Entenda por que a constância, a organização e o acompanhamento fazem toda a diferença.

A diferença entre tomar medicamento e seguir um tratamento

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Muita gente acredita que tomar um medicamento é o mesmo que estar em tratamento. Mas, na prática, essas duas coisas não são iguais. Engolir um comprimido de vez em quando não garante controle da doença, melhora dos sintomas ou qualidade de vida. Tratamento envolve constância, acompanhamento e cuidado contínuo.

Entender essa diferença é essencial para evitar frustrações, recaídas e a sensação de que “o remédio não funciona”.

Tomar medicamento: um ato pontual

Tomar medicamento é uma ação isolada. Pode acontecer quando:

  • A pessoa toma apenas quando sente sintomas

  • Esquece horários ou doses

  • Interrompe o uso ao se sentir melhor

  • Ajusta a dose por conta própria

Esse comportamento é comum, especialmente em doenças silenciosas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, em que os sintomas nem sempre são perceptíveis.

Seguir um tratamento: um compromisso com a saúde

Seguir um tratamento vai muito além do comprimido. Envolve:

  • Uso correto do medicamento, no horário e dose indicados

  • Continuidade, mesmo quando os sintomas desaparecem

  • Acompanhamento médico e exames periódicos

  • Ajustes de estilo de vida, como alimentação, sono e atividade física

  • Atenção às interações com outros medicamentos e suplementos

É essa combinação que garante o controle da doença e a prevenção de complicações.

Por que essa diferença é tão importante?

Doenças crônicas exigem constância

Em condições como diabetes, hipertensão, asma ou depressão, interromper ou usar o medicamento de forma irregular compromete todo o tratamento. Isso pode levar a:

  • Descontrole da doença

  • Crises mais frequentes

  • Progressão silenciosa de danos ao organismo

  • Internações evitáveis

O efeito do medicamento depende da regularidade

Muitos medicamentos precisam de níveis estáveis no organismo para funcionar corretamente. Pular doses ou tomar fora do horário reduz a eficácia e pode gerar efeitos colaterais.

O papel da organização na adesão ao tratamento

Um dos principais motivos para o abandono do tratamento é a desorganização da rotina. Confusão de horários, esquecimento ou dúvidas sobre o que já foi tomado são mais comuns do que parecem.

Nesse cenário, contar com a box de medicamentos da Dose Certa faz diferença. Os medicamentos já chegam organizados por dia e horário, o que facilita a adesão, reduz erros e transforma o tratamento em parte natural da rotina.

Tratamento é um processo, não um momento

Seguir um tratamento significa assumir um cuidado contínuo consigo mesmo. É entender que saúde se constrói todos os dias, com pequenas decisões repetidas de forma consistente.

O medicamento é uma parte importante, mas o tratamento só acontece quando existe constância, orientação e organização.

Conclusão

Tomar um medicamento não é o mesmo que seguir um tratamento. A diferença está na regularidade, no acompanhamento e na forma como a pessoa se envolve com o próprio cuidado. Quando o tratamento vira rotina, os resultados aparecem e a saúde agradece.

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Suplementação por conta própria: por que o excesso faz mal?
Suplementar por conta própria pode fazer mal. Entenda os riscos do excesso de vitaminas e minerais e como usar suplementos com segurança.

Suplementação por conta própria: por que o excesso faz mal?

Vitaminas e suplementos são frequentemente associados à ideia de mais saúde, mais energia e mais imunidade. Mas o que muita gente não sabe é que suplementar por conta própria pode trazer riscos, especialmente quando o consumo é feito sem orientação profissional ou em doses acima do necessário.

No cuidado com a saúde, mais nem sempre é melhor. Entender os limites da suplementação é essencial para evitar efeitos indesejados e proteger o organismo.

O que é suplementação e quando ela é indicada?

A suplementação tem como objetivo corrigir ou prevenir deficiências nutricionais, quando a alimentação sozinha não é suficiente. Ela pode ser indicada em situações como:

  • Deficiências comprovadas por exames

  • Doenças crônicas que alteram a absorção de nutrientes

  • Gestação e lactação

  • Envelhecimento

  • Uso prolongado de determinados medicamentos

Fora desses contextos, o uso indiscriminado pode causar mais prejuízos do que benefícios.

Por que o excesso de suplementos faz mal?

Sobrecarga do organismo

Vitaminas e minerais também precisam ser metabolizados pelo corpo. O consumo excessivo pode sobrecarregar:

  • Fígado

  • Rins

  • Sistema digestivo

Com o tempo, isso pode levar a alterações metabólicas e complicações de saúde.

Vitaminas em excesso também intoxicam

Algumas vitaminas, especialmente as lipossolúveis (A, D, E e K), se acumulam no organismo. O excesso pode causar:

  • Náuseas e vômitos

  • Dor de cabeça

  • Alterações ósseas

  • Problemas hepáticos

  • Distúrbios cardiovasculares

Ou seja, mesmo nutrientes essenciais podem se tornar prejudiciais em altas doses.

Interações com medicamentos

Suplementos podem interferir diretamente na ação de medicamentos de uso contínuo, como:

  • Anticoagulantes

  • Medicamentos para pressão

  • Tratamentos para diabetes

  • Antidepressivos

Essas interações podem reduzir a eficácia do tratamento ou aumentar o risco de efeitos colaterais.

Falsa sensação de proteção

Outro risco comum é a ideia de que “tomar suplemento compensa hábitos ruins”. Nenhum suplemento substitui:

  • Alimentação equilibrada

  • Sono de qualidade

  • Atividade física regular

  • Uso correto dos medicamentos prescritos

Essa falsa segurança pode atrasar diagnósticos e cuidados importantes.

Suplementação e doenças crônicas: atenção redobrada

Pessoas com diabetes, hipertensão, doenças renais ou cardiovasculares precisam de ainda mais cautela. O excesso de certos minerais, como potássio, magnésio ou cálcio, pode agravar o quadro clínico.

Por isso, a suplementação deve sempre fazer parte de um plano de cuidado individualizado.

Como suplementar de forma segura?

Algumas orientações importantes:

  • Nunca iniciar suplementos sem orientação médica ou nutricional

  • Evitar doses acima das recomendações

  • Informar todos os medicamentos e suplementos em uso

  • Priorizar exames antes de suplementar

  • Manter organização e regularidade no tratamento

Ter uma rotina bem organizada, como com a box de medicamentos da Dose Certa, ajuda a evitar erros, excessos e o uso duplicado de suplementos e remédios.

Conclusão

A suplementação pode ser uma grande aliada da saúde quando bem indicada. No entanto, o uso por conta própria e em excesso transforma o que deveria ajudar em um risco silencioso. Cuidar da saúde é sobre equilíbrio, informação e acompanhamento profissional.

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Por que pessoas com diabetes sentem mais cansaço mesmo com exames “normais”?
Pessoas com diabetes podem sentir cansaço mesmo com exames normais. Entenda as causas, os sinais de alerta e como melhorar a energia no dia a dia.

Por que pessoas com diabetes sentem mais cansaço mesmo com exames “normais”?

Muitas pessoas com diabetes relatam um cansaço constante, mesmo quando os exames de rotina estão “dentro do normal”. Essa sensação de fadiga pode gerar frustração, dúvidas e até a impressão de que o problema está “na cabeça”. Mas a verdade é que o diabetes afeta o organismo de formas que nem sempre aparecem claramente nos exames laboratoriais tradicionais.

Entender as causas desse cansaço é fundamental para melhorar a qualidade de vida e o controle da doença.

O que significa ter exames normais no diabetes?

Quando falamos em exames normais, geralmente nos referimos a resultados como:

  • Glicemia de jejum dentro da meta

  • Hemoglobina glicada controlada

  • Função renal preservada

  • Colesterol e pressão arterial adequados

Esses parâmetros são essenciais, mas não mostram toda a complexidade do metabolismo, nem como o corpo está lidando com a energia no dia a dia.

Principais razões do cansaço em pessoas com diabetes

Oscilações da glicose ao longo do dia

Mesmo com exames normais, variações frequentes da glicemia — picos e quedas — podem causar:

  • Sensação de fraqueza

  • Sonolência excessiva

  • Dificuldade de concentração

  • Falta de energia após as refeições

Essas oscilações nem sempre aparecem em exames pontuais, mas impactam diretamente o bem-estar.

Resistência à insulina

Na resistência à insulina, a glicose até está presente no sangue, mas não entra de forma eficiente nas células, que são responsáveis por produzir energia. O resultado é um corpo “sem combustível”, mesmo com níveis aparentemente adequados de açúcar no sangue.

Inflamação silenciosa

O diabetes está associado a um estado inflamatório crônico de baixo grau. Essa inflamação constante pode causar:

  • Cansaço persistente

  • Sensação de peso no corpo

  • Queda de disposição física e mental

Qualidade do sono prejudicada

Alterações glicêmicas durante a noite, idas frequentes ao banheiro ou ansiedade relacionada ao tratamento podem afetar o sono. Dormir mal, mesmo sem perceber, contribui diretamente para a fadiga diurna.

Deficiências nutricionais associadas

Pessoas com diabetes podem apresentar deficiência de nutrientes como:

  • Vitamina B12

  • Ferro

  • Magnésio

  • Vitamina D

Essas deficiências nem sempre são investigadas de forma rotineira, mas estão fortemente ligadas ao cansaço crônico.

Impacto emocional do tratamento contínuo

Viver com uma condição crônica exige atenção constante, disciplina e adaptação. Esse desgaste emocional pode se manifestar fisicamente como fadiga, mesmo quando os exames estão controlados.

Quando o cansaço merece atenção?

É importante procurar orientação médica se o cansaço:

  • Persiste por semanas

  • Interfere na rotina diária

  • Surge acompanhado de tontura, falta de ar ou desânimo intenso

  • Não melhora mesmo com o controle glicêmico

O acompanhamento individualizado ajuda a identificar causas que vão além dos exames tradicionais.

Como melhorar a energia no dia a dia?

Algumas estratégias podem ajudar:

  • Monitorar a glicemia ao longo do dia, não apenas em exames pontuais

  • Manter horários regulares de refeições e medicamentos

  • Ajustar a alimentação para evitar picos glicêmicos

  • Priorizar sono de qualidade

  • Garantir a organização correta dos medicamentos

A box de medicamentos da Dose Certa pode ser uma aliada importante nesse processo, ajudando a manter a regularidade do tratamento e evitando esquecimentos que impactam diretamente a disposição e a saúde.

Conclusão

Sentir cansaço mesmo com exames normais é uma realidade comum entre pessoas com diabetes e não deve ser ignorada. O corpo pode estar dando sinais sutis de desequilíbrio que vão além dos números do laboratório. Com acompanhamento adequado, organização do tratamento e atenção aos sinais do dia a dia, é possível recuperar mais energia e qualidade de vida.

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Hipertensão no verão: como o calor afeta a pressão arterial
O calor pode interferir na pressão arterial. Entenda como o verão afeta quem tem hipertensão e quais cuidados ajudam a manter o controle.

Hipertensão no verão: como o calor afeta a pressão arterial

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Durante o verão, as altas temperaturas provocam mudanças importantes no funcionamento do organismo. Para pessoas com hipertensão, esse período exige atenção redobrada, já que o calor pode influenciar diretamente os níveis da pressão arterial e aumentar o risco de desconfortos e complicações.

Entender como o corpo reage ao calor é essencial para manter o controle da pressão e atravessar os dias mais quentes com mais segurança.

O que acontece com o corpo no calor

Em temperaturas elevadas, o organismo ativa mecanismos para regular a temperatura corporal. Um dos principais é a dilatação dos vasos sanguíneos, que facilita a dissipação do calor. Essa vasodilatação pode levar à queda da pressão arterial, especialmente em pessoas que já utilizam medicamentos anti-hipertensivos.

Além disso, o aumento da transpiração provoca perda de líquidos e sais minerais, favorecendo a desidratação, um fator que também interfere no equilíbrio da pressão.

Por que a pressão pode variar no verão

A combinação entre vasodilatação, perda de líquidos e uso de medicamentos pode causar oscilações da pressão arterial. Entre os efeitos mais comuns estão:

  • Tontura ao se levantar

  • Sensação de fraqueza

  • Dor de cabeça

  • Queda de pressão em determinados momentos do dia

Segundo o Ministério da Saúde, essas variações tendem a ser mais frequentes em idosos e em pessoas que fazem uso de diuréticos.

Medicamentos para pressão e altas temperaturas

Alguns medicamentos utilizados no controle da hipertensão, como diuréticos e vasodilatadores, podem ter seus efeitos intensificados no calor. Isso não significa que o tratamento deva ser interrompido, mas sim que o acompanhamento médico e a atenção aos sintomas são fundamentais durante o verão.

Qualquer ajuste de dose deve ser feito exclusivamente com orientação profissional.

Hidratação como aliada do controle da pressão

Manter uma hidratação adequada é uma das medidas mais importantes para quem tem hipertensão no verão. A ingestão regular de água ajuda a evitar a desidratação, reduz o risco de quedas bruscas da pressão e contribui para o bom funcionamento do organismo.

É importante lembrar que a sensação de sede pode ser um sinal tardio de desidratação, especialmente em idosos.

Cuidados práticos no dia a dia

Algumas atitudes simples ajudam a manter a pressão sob controle nos dias quentes:

  • Beber água ao longo do dia, mesmo sem sede

  • Evitar exposição prolongada ao sol, especialmente entre 10h e 16h

  • Preferir refeições leves

  • Monitorar a pressão com mais frequência

  • Manter os horários corretos dos medicamentos

A organização da rotina medicamentosa contribui para evitar esquecimentos e erros, que podem impactar diretamente o controle da hipertensão.

Quando procurar orientação médica

Se surgirem sintomas persistentes como tontura intensa, desmaios, mal-estar frequente ou alterações importantes nos valores da pressão, é fundamental procurar um profissional de saúde. O acompanhamento regular é essencial para ajustar o tratamento conforme as necessidades do organismo.

Conclusão

O verão exige atenção especial de quem convive com a hipertensão. O calor pode influenciar a pressão arterial, mas com hidratação adequada, acompanhamento médico e uma rotina organizada de medicamentos, é possível manter o controle e aproveitar a estação com mais segurança.

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