Dose Certa

Desafios do envelhecimento no Dia Nacional dos Idosos

Dia Nacional dos Idosos: como o envelhecimento populacional desafia o sistema de saúde

O Dia Nacional dos Idosos, celebrado em 1º de outubro, é mais do que uma data comemorativa — é um convite à reflexão sobre os desafios e oportunidades que o envelhecimento populacional impõe à sociedade brasileira. Em 2025, os idosos representam cerca de 15,6% da população, segundo o IBGE, e as projeções indicam que esse número pode ultrapassar 30% até 2050.

Esse crescimento acelerado exige mudanças estruturais no sistema de saúde, nas políticas públicas e na forma como a sociedade enxerga a longevidade. O Brasil precisa se preparar para oferecer não apenas mais anos de vida, mas mais qualidade de vida.

O que está por trás do envelhecimento populacional?

O aumento da expectativa de vida é resultado de avanços na medicina, campanhas de vacinação, maior acesso à informação e melhorias nas condições de vida. No entanto, viver mais não significa viver melhor. Muitos idosos enfrentam doenças crônicas, limitações físicas, isolamento social e dificuldades para acessar serviços básicos de saúde.

Além disso, o envelhecimento da população está diretamente ligado à queda na taxa de natalidade. Com menos jovens e mais idosos, o país precisa repensar sua estrutura previdenciária, sua força de trabalho e seus modelos de cuidado.

Os principais impactos no sistema de saúde

O sistema de saúde brasileiro, especialmente o SUS, enfrenta desafios significativos para atender às demandas da população idosa:

  • Doenças crônicas e degenerativas: hipertensão, diabetes, osteoporose, Alzheimer e outras condições exigem acompanhamento contínuo e multidisciplinar.

  • Falta de geriatras: há uma carência de profissionais especializados em saúde do idoso, o que gera filas e atendimento inadequado.

  • Infraestrutura limitada: muitos hospitais e unidades básicas não estão preparados para atender pacientes com mobilidade reduzida ou múltiplas comorbidades.

  • Medicamentos de uso contínuo: o acesso gratuito e regular a esses medicamentos ainda é um desafio em diversas regiões.

Políticas públicas em evolução

Nos últimos anos, algumas iniciativas têm buscado melhorar esse cenário:

  • Ampliação de programas de atenção domiciliar: o SUS tem investido em cuidados em casa para idosos com mobilidade limitada.

  • Centros de convivência: espaços comunitários oferecem atividades físicas, culturais e de socialização, promovendo saúde mental e autonomia.

  • Inclusão digital: programas de alfabetização digital ajudam idosos a se manterem conectados e informados — mais de 70% já estão online em 2025.

  • Leis estaduais e municipais: como a Lei 12.685/2023, que garante prioridade em teleconsultas para maiores de 60 anos.

O papel da família e da comunidade

Valorizar o idoso vai além de garantir atendimento médico. É preciso promover o respeito, a escuta ativa e o sentimento de pertencimento. Famílias, vizinhos e instituições devem colaborar para criar uma rede de apoio que favoreça o envelhecimento saudável.

A negligência e o abandono ainda são realidade: em 2025, dois idosos são deixados por dia em instituições de saúde após alta médica, sem que familiares retornem para buscá-los. Esse dado alarmante reforça a urgência de ações educativas e preventivas.

Como preparar o futuro?

O Dia Nacional dos Idosos é um lembrete de que todos nós, em algum momento, seremos parte dessa faixa etária. Investir em políticas públicas, capacitação profissional, infraestrutura e conscientização é investir no futuro de todos.

A longevidade ativa deve ser o objetivo: envelhecer com dignidade, autonomia e prazer. Para isso, é essencial que o sistema de saúde evolua junto com a população.

Artigos relacionados:

Mulher colocando comprimido na mão
Além da receita: como usar medicamentos com segurança
Usar medicamentos corretamente vai além de seguir a receita. Conheça boas práticas para aumentar a segurança e favorecer a adesão ao tratamento.

Além da receita: como usar medicamentos com segurança

Usar medicamentos corretamente vai além de seguir a receita. Conheça boas práticas para aumentar a segurança e favorecer a adesão ao tratamento.
Mulher colocando comprimido na mão

Receber uma receita médica é apenas uma etapa do tratamento. Para que os medicamentos ofereçam os benefícios esperados, é importante utilizá-los da forma correta, respeitando horários, doses, orientações de armazenamento e acompanhamento profissional.

O uso seguro de medicamentos ajuda a reduzir o risco de erros, favorece a adesão ao tratamento e contribui para melhores resultados em diferentes condições de saúde.

O que significa usar medicamentos com segurança?

Usar medicamentos com segurança significa seguir as orientações do médico e do farmacêutico, utilizando cada medicamento da maneira indicada para o seu tratamento.

Isso inclui respeitar a dose prescrita, os horários, a duração do tratamento e as recomendações específicas, como tomar o medicamento com água ou em jejum, quando necessário.

Quais são os erros mais comuns?

Alguns erros podem comprometer a eficácia do tratamento ou aumentar o risco de problemas, entre eles:

  • Esquecer doses com frequência;
  • Alterar a dose por conta própria;
  • Interromper o tratamento antes da orientação médica;
  • Compartilhar medicamentos com outras pessoas;
  • Utilizar medicamentos vencidos;
  • Misturar medicamentos sem orientação profissional.

Mesmo quando parecem pequenos, esses erros podem influenciar os resultados do tratamento.

Como tornar a rotina mais segura?

Criar uma rotina organizada facilita o uso correto dos medicamentos. Algumas estratégias incluem:

  • Manter horários regulares;
  • Utilizar lembretes no celular ou em relógios;
  • Conferir sempre o nome e a dose antes de tomar o medicamento;
  • Armazenar os medicamentos conforme as orientações da bula;
  • Informar ao médico e ao farmacêutico todos os medicamentos em uso, incluindo suplementos e fitoterápicos.

A organização também ajuda a reduzir esquecimentos, principalmente em tratamentos de longo prazo.

Qual é o papel do farmacêutico?

O farmacêutico é um dos profissionais que podem orientar o paciente sobre o uso correto dos medicamentos. Ele pode esclarecer dúvidas sobre horários, armazenamento, forma de administração, possíveis interações e outros cuidados importantes para que o tratamento seja realizado com mais segurança.

Sempre que surgir uma dúvida sobre um medicamento, procure orientação antes de fazer qualquer alteração por conta própria.

Quando procurar ajuda?

É importante conversar com um profissional de saúde quando ocorrer:

  • Dificuldade para seguir os horários do tratamento;
  • Esquecimentos frequentes;
  • Reações inesperadas após o uso do medicamento;
  • Dúvidas sobre a forma correta de administração;
  • Necessidade de iniciar um novo medicamento ou suplemento.

Buscar orientação evita erros e contribui para um tratamento mais seguro.

Conclusão

O uso seguro de medicamentos vai muito além de ter uma receita em mãos. Organização, acompanhamento profissional e atenção às orientações fazem parte de um tratamento mais eficaz e seguro. Para quem utiliza medicamentos de forma contínua, manter uma rotina organizada pode fazer toda a diferença.

Soluções que ajudam a separar os medicamentos por dia e horário, como a box organizadora de medicamentos Raia Dose Certa, podem facilitar o dia a dia, reduzir esquecimentos e contribuir para uma melhor adesão ao tratamento, sempre em conjunto com as orientações do médico e do farmacêutico.

Fontes:

Ministério da Saúde – Uso racional de medicamentos – https://www.gov.br/saude/

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – Uso seguro de medicamentos – https://www.gov.br/anvisa/

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Medication Safety – https://www.who.int/initiatives/medication-without-harm

Conselho Federal de Farmácia (CFF) – Informações sobre o papel do farmacêutico e o uso racional de medicamentos – https://www.cff.org.br/

Artigos relacionados:

Please select another listing to show to avoid recursion.
Pessoa com sarampo
Casos de sarampo acendem alerta para a vacinação
O aumento de casos de sarampo reforça a importância da vacinação. Entenda como a doença é transmitida, quais são os sintomas e como se proteger.

Casos de sarampo acendem alerta para a vacinação

O aumento de casos de sarampo reforça a importância da vacinação. Entenda como a doença é transmitida, quais são os sintomas e como se proteger.
Pessoa com sarampo

O registro de novos casos de sarampo em diferentes regiões de São Paulo reforçou a importância de manter a vacinação em dia. Embora o Brasil tenha avançado no controle da doença, o vírus continua circulando em diversos países, o que mantém o risco de novos casos e surtos, especialmente em locais com baixa cobertura vacinal.

Considerado uma doença altamente contagiosa, o sarampo pode causar complicações graves, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com o sistema imunológico comprometido.

O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida pelo ar, por meio de gotículas liberadas quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra.

Por ser altamente transmissível, uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias outras pessoas que não estejam protegidas pela vacinação.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas costumam surgir alguns dias após a infecção e podem incluir:

  • Febre alta;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Olhos avermelhados;
  • Mal-estar;
  • Manchas vermelhas na pele, que geralmente aparecem alguns dias após o início da febre.

Ao apresentar sintomas compatíveis, é importante procurar atendimento médico para avaliação e orientação.

Por que a vacinação é tão importante?

A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. Além de proteger quem recebe a vacina, altas coberturas vacinais ajudam a reduzir a circulação do vírus e diminuem o risco de surtos, protegendo também pessoas que não podem ser vacinadas por indicação médica.

Por esse motivo, autoridades de saúde reforçam a importância de manter o calendário vacinal atualizado.

Quem deve verificar a carteira de vacinação?

É recomendado que todas as pessoas consultem sua situação vacinal, especialmente aquelas que:

  • Não sabem se receberam as doses recomendadas;
  • Não possuem registro da vacinação;
  • Vão viajar para locais com circulação do vírus;
  • Têm contato frequente com crianças ou ambientes de grande circulação de pessoas.

Em caso de dúvidas, uma unidade de saúde pode verificar a carteira de vacinação e orientar sobre a necessidade de atualização.

Como se proteger?

Além de manter a vacinação em dia, algumas medidas ajudam a reduzir a transmissão de doenças respiratórias, como:

  • Procurar atendimento médico ao apresentar sintomas;
  • Evitar contato próximo com outras pessoas quando houver suspeita de doença contagiosa;
  • Seguir as orientações das autoridades de saúde em situações de surtos.

Conclusão

O aumento de casos de sarampo reforça a importância da vacinação como a principal forma de prevenção da doença. Manter a carteira de vacinação atualizada ajuda a proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de surtos e de complicações associadas à infecção.

Se houver dúvidas sobre a situação vacinal, procure uma unidade de saúde para receber orientação.

Fontes:

Ministério da Saúde – Sarampo – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sarampo

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Measles – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/measles

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Sarampo – https://www.paho.org/pt/topicos/sarampo

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – Informações sobre sarampo e vacinação – https://sbim.org.br/

Artigos relacionados:

Please select another listing to show to avoid recursion.
Mulher meditando em um parque
Cuidar da saúde: quais os pilares do bem-estar?
O significado de cuidar da saúde vai além de evitar doenças. Conheça os principais pilares do bem-estar e veja como pequenas atitudes fazem diferença na rotina.

Cuidar da saúde: quais os pilares do bem-estar?

O significado de cuidar da saúde vai além de evitar doenças. Conheça os principais pilares do bem-estar e veja como pequenas atitudes fazem diferença na rotina.
Mulher meditando em um parque

Quando se fala em cuidar da saúde, muitas pessoas pensam apenas em consultas médicas ou no tratamento de doenças. Mas saúde é um conceito muito mais amplo. Ela envolve o bem-estar físico, mental e social, além da adoção de hábitos que ajudam a prevenir problemas e promovem mais qualidade de vida.

Saúde vai além da ausência de doenças

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.

Isso significa que manter uma boa saúde envolve diferentes aspectos da vida, desde a alimentação e a prática de atividade física até o sono, as relações sociais e o cuidado com a saúde emocional.

Quais são os principais pilares da saúde?

Embora cada pessoa tenha necessidades diferentes, alguns hábitos são considerados fundamentais para promover o bem-estar.

Alimentação equilibrada

Uma alimentação variada, rica em alimentos in natura ou minimamente processados, contribui para o bom funcionamento do organismo e ajuda na prevenção de diversas doenças crônicas.

Prática regular de atividade física

Movimentar o corpo regularmente favorece a saúde cardiovascular, fortalece músculos e ossos, melhora o humor e contribui para a manutenção da autonomia ao longo da vida.

Sono de qualidade

Dormir bem é essencial para a recuperação do organismo, o funcionamento do cérebro e o equilíbrio do sistema imunológico.

Saúde mental

Cuidar da saúde emocional é tão importante quanto cuidar da saúde física. Buscar momentos de lazer, manter relações sociais saudáveis e procurar ajuda profissional quando necessário fazem parte desse cuidado.

Prevenção e acompanhamento médico

Realizar consultas periódicas, manter a vacinação em dia e fazer os exames recomendados para cada fase da vida ajudam na identificação precoce de problemas de saúde.

Uso correto dos medicamentos

Quando um tratamento é necessário, seguir corretamente as orientações do médico e do farmacêutico é fundamental para alcançar os resultados esperados e reduzir o risco de complicações.

Pequenas atitudes fazem diferença

Nem sempre são necessárias grandes mudanças para cuidar melhor da saúde. Algumas atitudes simples podem fazer parte da rotina, como:

  • Beber água ao longo do dia;
  • Consumir mais frutas, verduras e legumes;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Dormir o tempo recomendado;
  • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • Manter o acompanhamento médico quando indicado.

A constância costuma trazer mais benefícios do que mudanças radicais feitas por pouco tempo.

Conclusão

Cuidar da saúde significa olhar para o bem-estar de forma integrada. Alimentação equilibrada, atividade física, sono de qualidade, saúde mental, prevenção e acompanhamento profissional são pilares que contribuem para uma vida mais saudável.

Mais do que buscar soluções apenas quando surgem problemas, investir em hábitos saudáveis no dia a dia é uma das formas mais eficazes de promover qualidade de vida em todas as fases da vida.

Fontes:

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Constitution of the World Health Organization (conceito de saúde) – https://www.who.int/about/governance/constitution

Ministério da Saúde – Promoção da Saúde -https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/promocao-da-saude

Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira -https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Promoção da Saúde
https://www.paho.org/en/topics/health-promotion

Artigos relacionados:

Please select another listing to show to avoid recursion.
Carbonato de lítio
Quem toma carbonato de lítio pode beber álcool? Entenda
O consumo de álcool durante o tratamento com carbonato de lítio pode aumentar riscos e efeitos adversos. Entenda a recomendação.

Quem toma carbonato de lítio pode beber álcool? Entenda

O consumo de álcool durante o tratamento com carbonato de lítio pode aumentar riscos e efeitos adversos. Entenda a recomendação.
Carbonato de lítio

O carbonato de lítio é um medicamento utilizado principalmente no tratamento do transtorno bipolar e de outras condições psiquiátricas, sempre com prescrição e acompanhamento médico. Durante o tratamento, uma dúvida frequente é se o consumo de bebidas alcoólicas é permitido.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de álcool durante o uso do carbonato de lítio. Isso porque o álcool pode potencializar alguns efeitos do medicamento, aumentar o risco de reações adversas e dificultar o acompanhamento do tratamento.

Por que o álcool não é recomendado?

Segundo a bula do carbonato de lítio, o consumo de bebidas alcoólicas pode aumentar os efeitos do medicamento sobre o sistema nervoso central, favorecendo sintomas como:

  • Sonolência;
  • Tontura;
  • Dificuldade de concentração;
  • Redução dos reflexos.

Além disso, o álcool pode favorecer a desidratação. Como o equilíbrio de água e sódio no organismo influencia os níveis de lítio no sangue, episódios de desidratação podem aumentar o risco de toxicidade pelo medicamento.

Quais são os riscos da intoxicação por lítio?

Quando os níveis de lítio no organismo ficam elevados, podem surgir sinais de intoxicação, como:

  • Náuseas e vômitos;
  • Diarreia;
  • Tremores intensos;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Sonolência excessiva;
  • Confusão mental.

Na presença desses sintomas, é importante procurar atendimento médico imediatamente.

Existe uma quantidade segura de álcool?

A bula não estabelece uma quantidade considerada segura durante o tratamento. Por esse motivo, a orientação mais prudente é evitar bebidas alcoólicas enquanto estiver utilizando carbonato de lítio e conversar com o médico responsável pelo tratamento caso tenha dúvidas.

Em resumo

Quem utiliza carbonato de lítio deve evitar o consumo de álcool. Essa medida ajuda a reduzir o risco de efeitos adversos, alterações nos níveis do medicamento no organismo e possíveis episódios de intoxicação.

Nunca interrompa o tratamento nem altere a dose por conta própria. Em caso de dúvidas, procure orientação do médico ou do farmacêutico.

Fontes:

Anvisa – Bulário Eletrônico (Carbonato de Lítio) – https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) – Uso racional de medicamentos – https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/uso_racional_medicamentos_temas_selecionados.pdf

MSD Manuals – Intoxicação por lítio – https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional

Artigos relacionados:

Please select another listing to show to avoid recursion.