Dose Certa

Gestão de qualidade e melhoria contínua em ILPIs

Gestão de qualidade e melhoria contínua em ILPIs 

O Censo de 2022 revelou que aproximadamente 160.784 pessoas vivem em ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos) no Brasil. Isso representa apenas 0,5% da população com mais de 60 anos, mas destaca a importância dessas instituições no cuidado com a terceira idade. 

Diante desse cenário, garantir uma gestão de qualidade é essencial para oferecer bem-estar, segurança e um atendimento humanizado aos residentes. Mas o que caracteriza uma gestão de qualidade em ILPIs? 

Neste artigo, vamos explorar os principais pilares para a melhoria da qualidade nesses espaços e como implementá-los na prática. 

O que é gestão de qualidade em ILPIs? 

Uma gestão de qualidade vai muito além de garantir cuidados básicos. Envolve processos e práticas que asseguram a excelência no atendimento, priorizando o bem-estar dos residentes, a segurança e a eficiência operacional. 

Um dos pilares fundamentais é a centralidade no residente. Isso significa que todas as decisões devem ser tomadas pensando no idoso, criando um ambiente seguro, acolhedor e digno. Para isso, é essencial investir em capacitação das equipes, implementar protocolos eficazes e adotar tecnologias que aprimorem a rotina de cuidados. 

Mas quais são as práticas mais importantes para garantir essa qualidade? Vamos conferir! 

Práticas essenciais para uma gestão de qualidade em ILPIs

1. Capacitação contínua da equipe

Profissionais bem treinados fazem toda a diferença na qualidade do atendimento. A capacitação contínua é essencial para preparar os colaboradores a lidar com as necessidades dos idosos, desde questões médicas e emocionais até boas práticas de comunicação e empatia.

2. Protocolos de cuidado eficientes

Estabelecer protocolos bem definidos ajuda a garantir um atendimento padronizado e de qualidade. Isso inclui acompanhamento de saúde, higiene, medicação, alimentação e mobilidade, além de medidas para prevenção de quedas e emergências.

3. Melhoria contínua dos processos

Ouvir os residentes e seus familiares é fundamental para identificar pontos de melhoria. Criar um canal aberto para feedbacks permite ajustes constantes e aprimoramento dos serviços, garantindo uma gestão mais eficiente e adaptada às necessidades dos idosos. 

4. Ambiente seguro e acolhedor

 O espaço físico da ILPI deve ser seguro e acessível, mas também precisa transmitir conforto e sensação de lar. O gerontólogo Rafael Linhares, no podcast ILPI em Foco, reforça a importância de criar ambientes que incentivem a socialização e promovam o bem-estar dos residentes.

5. Comunicação clara e transparente

Manter uma comunicação aberta entre a equipe, os familiares e os residentes é essencial para a confiança no serviço. Isso inclui informações sobre tratamentos, mudanças na rotina e atualizações importantes. Um bom exemplo é quando a ILPI introduz um novo serviço, como a Dose Certa, e comunica de forma clara os benefícios para os idosos e seus cuidadores.

6. Cumprimento das normas e regulamentações

As ILPIs devem seguir regulamentações específicas para garantir a segurança e os direitos dos idosos. Isso inclui infraestrutura adequada, cumprimento de normas sanitárias e oferta de serviços de acordo com as exigências legais. 

Os benefícios de uma gestão de qualidade 

 Uma ILPI bem gerida gera benefícios diretos para residentes, familiares e equipe. Alguns dos principais são: 

  1. Maior satisfação: Um ambiente acolhedor e atendimento de qualidade melhoram a experiência dos idosos e fortalecem o relacionamento com os familiares.
  2. Segurança reforçada: Protocolos eficientes reduzem riscos de quedas, erros na medicação e outras complicações.
  3. Melhoria na qualidade de vida: Cuidados adequados promovem bem-estar físico e emocional, favorecendo a socialização e o pertencimento.
  4. Eficiência operacional: Uma gestão estruturada reduz desperdícios e otimiza recursos, tornando o atendimento mais eficaz e econômico. 

Como a Dose Certa contribui para a melhoria das ILPIs 

 A Dose Certa é um serviço criado para facilitar a rotina das ILPIs na gestão de medicamentos. Com a entrega de medicamentos organizados em sachês individuais, indicando dia e hora exatos para administração, o serviço reduz erros de dosagem e otimiza o trabalho da equipe. 

 Além disso, proporciona mais segurança para os familiares, que sabem que os idosos estão recebendo os remédios corretamente. Isso reflete um compromisso real com a qualidade de vida e bem-estar dos residentes. 

Conclusão 

A gestão de qualidade em ILPIs é um processo contínuo que exige planejamento, dedicação e inovação. Investir em boas práticas, protocolos eficazes e ferramentas como a Dose Certa garante um atendimento mais humanizado e seguro. 

Ao priorizar a melhoria contínua, as ILPIs podem proporcionar um ambiente mais acolhedor e digno para os idosos, fortalecendo a confiança das famílias e promovendo um envelhecimento com mais qualidade de vida. 

 A segurança dos residentes é um dos pilares de uma gestão de qualidade eficiente. No segundo episódio do podcast ILPI em Foco, conversamos com Carla Grossi e Nívia Collavitti sobre os desafios e cuidados essenciais para garantir um ambiente seguro e acolhedor. Ouça agora e descubra estratégias para fortalecer a qualidade na sua ILPI! 

 

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Saúde mental nas ILPIs: um cuidado que merece atenção
O bem-estar emocional dos residentes é parte fundamental do cuidado nas ILPIs e influencia diretamente a qualidade de vida.

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Quando se fala em cuidado nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), é comum que a atenção esteja voltada para medicamentos, alimentação, prevenção de quedas e acompanhamento clínico. Mas existe outro aspecto igualmente importante: a saúde mental dos residentes.

O bem-estar emocional influencia diretamente a qualidade de vida, a autonomia e até mesmo a adesão aos cuidados de saúde, tornando-se parte essencial do cuidado integral à pessoa idosa.

Solidão e isolamento também impactam a saúde

Mudanças na rotina, afastamento do ambiente familiar, perda de pessoas próximas e limitações físicas podem representar desafios emocionais importantes durante o envelhecimento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a solidão e o isolamento social estão entre os principais fatores de risco para problemas de saúde mental em idosos, especialmente para ansiedade e depressão.

Por esse motivo, promover conexões sociais e incentivar a participação em atividades coletivas faz parte do cuidado em saúde dentro das ILPIs.

Saúde mental vai além da ausência de doenças

Cuidar da saúde mental não significa apenas identificar transtornos ou alterações comportamentais. Sentir-se acolhido, manter vínculos, participar de atividades significativas e preservar a sensação de pertencimento também contribuem para o bem-estar emocional e para um envelhecimento mais saudável.

O papel das ILPIs nesse cuidado

As ILPIs desempenham um papel importante na criação de ambientes que favoreçam convivência, autonomia e participação dos residentes. Atividades em grupo, estímulos cognitivos, espaços de escuta e o fortalecimento da relação com familiares podem contribuir para a promoção da saúde mental e da qualidade de vida dentro das instituições.

Quando buscar apoio profissional?

Alterações persistentes de humor, isolamento, perda de interesse em atividades habituais, mudanças importantes no sono ou no apetite merecem atenção e avaliação profissional.

A identificação precoce dessas mudanças permite um acompanhamento mais adequado e individualizado para cada residente.

Em resumo

O cuidado em uma ILPI vai além das necessidades físicas e clínicas. A saúde mental também faz parte da qualidade de vida, da autonomia e do envelhecimento saudável.

Promover acolhimento, vínculos e participação social é uma forma de cuidado tão importante quanto qualquer outro aspecto da assistência ao idoso.

Fontes:

Organização Mundial da Saúde (OMS) — Saúde mental dos idosos – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/mental-health-of-older-adults

Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde — Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) – https://bvsms.saude.gov.br/instituicao-de-longa-permanencia-para-idosos/

Ministério da Saúde — Saúde da Pessoa Idosa – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa

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Cartelas de comprimido sobre uma mesa
Comissão aprova PL sobre venda fracionada de medicamentos
Proposta aprovada em comissão da Câmara prevê a venda fracionada de medicamentos para reduzir desperdícios e ampliar o acesso ao tratamento.

Comissão aprova PL sobre venda fracionada de medicamentos

Cartelas de comprimido sobre uma mesa

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a venda fracionada de medicamentos em farmácias e drogarias. A proposta prevê que o paciente possa comprar a quantidade exata prescrita pelo médico, em vez de adquirir embalagens com mais comprimidos do que o necessário.

Atualmente, a venda fracionada já é permitida no Brasil, mas não é obrigatória. Caso o projeto seja aprovado nas próximas etapas de tramitação e sancionado, a prática passará a ser uma exigência para os medicamentos definidos pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O que muda para o consumidor?

Se a proposta entrar em vigor, o paciente poderá adquirir apenas a quantidade de medicamento indicada na receita médica, o que pode reduzir gastos, evitar sobras em casa e diminuir o desperdício.

Segundo o relator do projeto, a medida também pode contribuir para reduzir a automedicação e o descarte inadequado de medicamentos, problemas que representam riscos tanto para a saúde quanto para o meio ambiente.

Como funciona a venda fracionada hoje?

A legislação brasileira já permite a comercialização fracionada de alguns medicamentos, desde que eles sejam fabricados em embalagens apropriadas para esse fim e que o fracionamento siga normas sanitárias específicas.

Na prática, porém, a modalidade ainda é pouco encontrada nas farmácias, o que faz com que a maioria dos consumidores continue comprando caixas fechadas, mesmo quando utiliza apenas parte do tratamento.

Projeto ainda não virou lei

Apesar da aprovação na Comissão de Defesa do Consumidor, o texto ainda precisa passar por outras comissões da Câmara dos Deputados antes de seguir para votação no Plenário.

Somente após a conclusão da tramitação no Congresso Nacional e eventual sanção presidencial a venda fracionada poderá se tornar obrigatória em todo o país.

Conclusão

A proposta busca facilitar o acesso aos medicamentos na quantidade necessária para o tratamento, além de reduzir desperdícios e sobras de remédios nas residências.

Enquanto o projeto continua em tramitação, as regras atuais permanecem em vigor, e a venda fracionada continua sendo permitida apenas nos casos previstos pela legislação.

Fontes:

Portal da Câmara dos Deputados — https://www.camara.leg.br/radio/radioagencia/1262594-comissao-aprova-a-venda-fracionada-de-remedios-por-farmacias-e-drogarias/

Conselho Federal de Farmácia (Agência Câmara) —  https://site.cff.org.br/noticia/Noticias-gerais/30/06/2026/comissao-aprova-projeto-que-torna-obrigatoria-a-venda-fracionada-de-medicamentos

Portal da Câmara dos Deputados —  https://www.camara.leg.br/noticias/1035640-proposta-torna-obrigatoria-a-venda-fracionada-de-medicamentos/

Congresso Nacional — PL 5975/2023 – https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-5975-2023

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Homem com as mãos no joelho
Artrite reumatóide: sintomas e importância do diagnóstico
Dor, inchaço e rigidez nas articulações podem ser sinais de artrite reumatoide. Entenda os sintomas e quando procurar um médico.

Artrite reumatóide: sintomas e importância do diagnóstico

Homem com as mãos no joelho

Dor, inchaço e rigidez nas articulações, principalmente ao acordar, podem ser sinais de artrite reumatoide, uma doença inflamatória crônica que afeta milhares de brasileiros.

A condição ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar estruturas saudáveis do próprio organismo, especialmente as articulações, provocando inflamação e podendo comprometer movimentos e qualidade de vida ao longo do tempo.

Especialistas alertam que o diagnóstico precoce é um dos principais fatores para reduzir a progressão da doença e preservar a função das articulações.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas podem surgir de forma gradual e variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os sinais mais comuns estão:

  • Dor nas articulações;
  • Inchaço e sensação de calor local;
  • Rigidez articular, principalmente pela manhã;
  • Dificuldade para movimentar mãos, punhos e pés;
  • Cansaço excessivo;
  • Sensação de indisposição.

Um dos sinais que costuma chamar a atenção dos especialistas é o acometimento das articulações de forma semelhante nos dois lados do corpo, como nas duas mãos ou nos dois punhos.

A artrite reumatoide afeta apenas as articulações?

Não necessariamente. Embora as articulações sejam as áreas mais afetadas, a doença também pode causar manifestações em outros órgãos e sistemas do organismo, especialmente quando não há controle adequado da inflamação.

Quando procurar um médico?

Dor articular persistente, inchaço frequente ou rigidez que se repete por semanas merecem investigação médica. A avaliação precoce com um profissional de saúde, especialmente um reumatologista, é importante para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado o mais cedo possível.

Existe tratamento?

Embora a artrite reumatoide não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar a inflamação, reduzir os sintomas e preservar a qualidade de vida.

A escolha do tratamento depende das características de cada paciente e deve ser definida por um médico. Interromper medicamentos ou realizar ajustes por conta própria pode comprometer o controle da doença.

Em resumo

A artrite reumatoide é uma doença crônica que pode afetar a mobilidade e a qualidade de vida, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado fazem diferença no controle da condição. Ao perceber sintomas persistentes nas articulações, procurar avaliação médica é um passo importante para evitar complicações e preservar a funcionalidade ao longo do tempo.

Fontes:

Ministério da Saúde – Artrite reumatoide: diagnóstico e tratamento imediato são fundamentais para controle da dor nas articulações – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/artrite-reumatoide-diagnostico-e-tratamento-imediato-sao-fundamentais-para-controle-da-dor-nas-articulacoes

Ministério da Saúde – Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Reumatoide (PCDT) – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/a/artrite-reumatoide

Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) – https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-reumatoide/

Manual MSD – Artrite Reumatoide – https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-%C3%B3sseos-articulares-e-musculares/dist%C3%BArbios-articulares/artrite-reumatoide-ar?query=artrite%20reumatoide%20(ar)

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Cuidadora mostrando tablet para a enfermeira chefe
Como a inteligência artificial pode auxiliar as ILPIs
Entenda como a inteligência artificial pode ajudar ILPIs a otimizar processos, aumentar a segurança e apoiar o cuidado aos residentes.

Como a inteligência artificial pode auxiliar as ILPIs

Cuidadora mostrando tablet para a enfermeira chefe

A inteligência artificial vem ganhando espaço em diferentes áreas da saúde e começa a chamar a atenção também das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs).

Ainda que muitas pessoas associam a tecnologia à automação de tarefas administrativas, especialistas apontam que a IA pode contribuir para aumentar a segurança, otimizar processos e apoiar equipes de cuidado, sem substituir o contato humano, considerado essencial no cuidado à pessoa idosa.

Mais tempo para o cuidado e menos tempo com tarefas repetitivas

Grande parte da rotina das ILPIs envolve atividades operacionais, como preenchimento de relatórios, organização de informações e comunicação com familiares.

Ferramentas baseadas em inteligência artificial podem ajudar a automatizar parte desses processos, permitindo que equipes assistenciais dediquem mais tempo ao acompanhamento dos residentes e ao relacionamento com as famílias.

Tecnologia pode ajudar na prevenção de quedas

As quedas continuam entre os principais desafios relacionados à saúde da população idosa. Sistemas inteligentes de monitoramento, sensores ambientais e dispositivos vestíveis já vêm sendo estudados para identificar alterações no padrão de movimentação dos residentes e auxiliar na prevenção de acidentes dentro das instituições.

Apoio à gestão de medicamentos e rotinas assistenciais

Outra aplicação em crescimento é o apoio à organização de medicamentos, lembretes de horários e acompanhamento de rotinas de cuidado. Essas ferramentas podem contribuir para reduzir falhas operacionais e oferecer mais previsibilidade em processos que exigem atenção constante das equipes.

Comunicação com famílias também pode ser beneficiada

A atualização frequente dos familiares é uma das demandas mais presentes no dia a dia das ILPIs. Ferramentas de inteligência artificial podem auxiliar na organização de informações, geração de relatórios e comunicação mais ágil entre a instituição e as famílias, fortalecendo a transparência e o relacionamento.

IA não substitui o cuidado humano

Especialistas reforçam que a inteligência artificial deve ser vista como uma ferramenta de apoio e não como substituta do cuidado prestado por profissionais e cuidadores.

Empatia, acolhimento e interação social continuam sendo elementos centrais para a qualidade de vida dos residentes e fazem parte da própria missão das ILPIs.

Conclusão

Com o envelhecimento da população e o aumento da demanda por cuidados de longa permanência, a inteligência artificial surge como uma aliada para tornar processos mais eficientes e ampliar a segurança dentro das ILPIs.

Quando utilizada de forma ética e centrada na pessoa idosa, a tecnologia pode contribuir para melhorar a experiência dos residentes, apoiar os profissionais e fortalecer a relação com as famílias.

Fontes:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs): https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/saloes-tatuagens-creches/instituicoes-de-longa-permanencia-para-idosos

JMIR Preprints – Artificial Intelligence in Nursing Care for Older Adults in Long-Term Care Facilities: An Umbrella Review: https://preprints.jmir.org/preprint/96479

National Library of Medicine (PMC) – Artificial intelligence for older people receiving long-term care: a systematic review: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8979827/

Kairós Gerontologia – A influência da robótica em Instituições de Longa Permanência para Idosos: https://kairosgerontologia.com.br/index.php/kairos/article/view/106

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