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Como otimizar custos e melhorar a gestão financeira da sua ILPI

Como otimizar custos e melhorar a gestão financeira da sua ILPI 

Gerenciar uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) é um desafio que vai muito além dos cuidados com os residentes. A sustentabilidade financeira da instituição depende de um planejamento sólido e da otimização de custos, garantindo um ambiente seguro e acolhedor sem comprometer a qualidade dos serviços. 

Quer saber como melhorar a saúde financeira da sua ILPI? Confira algumas estratégias essenciais! 

Planejamento financeiro: o primeiro passo para uma ILPI sustentável 

Ter um planejamento financeiro estruturado é fundamental. Isso inclui mapear todas as despesas operacionais, como folha de pagamento, alimentação, medicamentos, manutenção da infraestrutura e demais custos fixos. Ao mesmo tempo, é preciso considerar as receitas provenientes das mensalidades dos residentes e outras fontes de renda. 

Dica: Realize uma projeção financeira anual, considerando tanto custos fixos quanto variáveis. Dessa forma, você evita surpresas e garante que os recursos sejam alocados de maneira eficiente. 

Controle eficiente do fluxo de caixa 

O fluxo de caixa é a espinha dorsal da gestão financeira. Monitorar a entrada e saída de dinheiro permite evitar imprevistos e garantir que todas as despesas essenciais sejam pagas em dia. 

Dica: Utilize ferramentas específicas para gestão financeira em ILPIs, facilitando o acompanhamento das finanças e permitindo tomadas de decisão mais rápidas e assertivas. 

Revisão de custos: onde é possível economizar? 

As ILPIs possuem despesas fixas (como aluguel, salários e contas de consumo) e variáveis (como alimentação e insumos médicos). Revisar esses custos regularmente pode revelar oportunidades de economia sem comprometer a qualidade dos serviços. 

Dica: Negocie contratos com fornecedores, busque alternativas sustentáveis para reduzir o consumo de energia e água, e implemente uma gestão mais eficiente de estoques. 

Automação de processos administrativos 

A tecnologia é uma grande aliada na otimização de custos. Sistemas para gestão de prontuários, controle de medicamentos e agendamento de atendimentos reduzem a carga de trabalho manual, minimizando erros e aumentando a produtividade. 

Dica: Invista em softwares de gestão especializados para ILPIs, que integrem processos administrativos e assistenciais, facilitando o dia a dia da equipe. 

Capacitação da equipe: um investimento que reduz custos 

Uma equipe bem treinada é capaz de identificar soluções mais econômicas e evitar desperdícios. Além disso, a capacitação melhora a qualidade dos atendimentos, reduzindo riscos e erros operacionais. 

Dica: Promova treinamentos regulares sobre gestão financeira básica, processos eficientes e boas práticas no cuidado aos idosos. 

Diversificação das fontes de receita 

As mensalidades dos residentes são a principal fonte de renda das ILPIs, mas diversificar as receitas pode trazer mais estabilidade financeira. Parcerias com entidades de saúde, convênios e serviços extras são boas opções. 

Dica: Considere oferecer serviços complementares, como fisioterapia, atividades recreativas ou cursos para cuidadores, gerando receitas adicionais. 

Controle de despesas com medicamentos e insumos 

O desperdício de medicamentos e insumos pode gerar custos elevados. Monitorar a compra, armazenamento e utilização desses produtos ajuda a reduzir gastos e evitar perdas. 

Dica: Um serviço como a Dose Certa (hiperlinkar para a home) pode facilitar essa gestão. Com a Dose Certa, cada residente recebe uma box com os medicamentos organizados em sachês, separados por doses e horários, garantindo mais precisão e reduzindo desperdícios. 

Monitoramento contínuo e ajustes financeiros 

A gestão financeira é um processo dinâmico. Acompanha regularmente os resultados, reveja estratégias e faça ajustes conforme necessário para garantir a eficiência operacional. 

Dica: Estabeleça metas financeiras e revise-as periodicamente para manter a ILPI sempre no caminho certo. 

Conclusão 

Manter uma ILPI financeiramente saudável é um desafio, mas com planejamento, boas práticas e o uso de ferramentas adequadas, é possível garantir um ambiente acolhedor para os idosos sem comprometer a saúde financeira da instituição. 

Aplique essas estratégias na sua ILPI e veja a diferença! Ouça nosso podcast ILPI em Foco e fique por dentro de mais dicas. E se você conhece outras instituições que podem se beneficiar dessas dicas, compartilhe este post. 

 

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Leqembi: Anvisa libera novo medicamento contra o Alzheimer
A Anvisa aprovou o Leqembi, novo medicamento para Alzheimer em estágios iniciais. Entenda como ele funciona, para quem é indicado e os cuidados.

Leqembi: Anvisa libera novo medicamento contra o Alzheimer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o Leqembi, um novo medicamento indicado para o tratamento do Alzheimer em estágios iniciais. A decisão representa um avanço importante no cuidado com a doença, que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo, especialmente idosos e suas famílias.

A aprovação reforça o movimento da medicina em buscar tratamentos que atuem de forma mais precoce, com foco em retardar a progressão da doença e preservar a autonomia do paciente pelo maior tempo possível.

O que é o Leqembi

O Leqembi é o nome comercial do princípio ativo lecanemabe, um anticorpo monoclonal desenvolvido para atuar diretamente em um dos principais mecanismos associados ao Alzheimer: o acúmulo de placas de beta-amiloide no cérebro.

Segundo estudos publicados e avaliados por agências regulatórias internacionais, o medicamento ajuda a reduzir essas placas, que estão relacionadas à progressão da doença e ao declínio cognitivo.

Para quem o Leqembi é indicado

O Leqembi não é indicado para todos os pacientes com Alzheimer. Ele foi aprovado para pessoas que se encontram em fases iniciais da doença, como:

  • Comprometimento cognitivo leve associado ao Alzheimer

  • Alzheimer em estágio inicial

Além disso, é necessário que o diagnóstico seja confirmado por exames específicos que identifiquem a presença de placas de beta-amiloide no cérebro. O tratamento deve ser prescrito e acompanhado por um médico especialista, geralmente neurologista ou geriatra.

O que muda com a aprovação da Anvisa

Com a liberação da Anvisa, o Leqembi passa a poder ser comercializado no Brasil, respeitando as indicações aprovadas em bula. No entanto, isso não significa que o medicamento estará imediatamente disponível no Sistema Único de Saúde ou coberto automaticamente por planos de saúde.

Questões como custo, incorporação ao SUS e diretrizes clínicas ainda precisam ser avaliadas pelos órgãos competentes, como a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Benefícios e limitações do tratamento

Os estudos clínicos indicam que o Leqembi pode retardar a progressão do declínio cognitivo, mas não representa uma cura para o Alzheimer. O tratamento atua desacelerando a evolução da doença, especialmente quando iniciado precocemente.

Como todo medicamento, o Leqembi também pode apresentar efeitos adversos, incluindo alterações detectadas em exames de imagem cerebral. Por isso, o acompanhamento médico regular e a avaliação individualizada são essenciais durante todo o tratamento.

A importância do diagnóstico precoce

A aprovação do Leqembi reforça a importância do diagnóstico precoce do Alzheimer. Identificar sinais iniciais, como lapsos de memória frequentes, dificuldade de organização e mudanças de comportamento, permite iniciar o acompanhamento médico mais cedo e avaliar a possibilidade de terapias que possam retardar a progressão da doença.

Organização do tratamento e adesão correta

Tratamentos neurológicos exigem acompanhamento contínuo e organização rigorosa. Manter a rotina medicamentosa organizada contribui para a segurança do paciente, especialmente em contextos de doenças neurodegenerativas, onde o esquecimento pode comprometer a adesão ao tratamento.

Soluções que ajudam a organizar o uso de medicamentos podem ser grandes aliadas para pacientes, cuidadores e familiares.

Conclusão

A aprovação do Leqembi pela Anvisa marca um avanço relevante no tratamento do Alzheimer em fases iniciais. Embora não seja uma cura, o medicamento amplia as possibilidades terapêuticas e reforça a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento especializado e da organização do tratamento para garantir mais qualidade de vida ao paciente.

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Como organizar a rotina de medicamentos no início do ano?
Começar o ano com a rotina de medicamentos organizada ajuda na adesão ao tratamento, evita esquecimentos e contribui para mais saúde ao longo do ano.

Como organizar a rotina de medicamentos no início do ano?

O início do ano costuma ser um período de novos hábitos, planejamentos e ajustes na rotina. É também um momento estratégico para olhar com mais atenção para a saúde e reorganizar o uso de medicamentos, especialmente para quem faz tratamento contínuo. Uma rotina bem estruturada reduz riscos, evita esquecimentos e traz mais tranquilidade no dia a dia.

Por que o começo do ano é o momento ideal

Mudanças de horários, retomada do trabalho, volta às consultas médicas e novos exames tornam janeiro um período propício para revisar tratamentos. Segundo o Ministério da Saúde, a falta de adesão correta aos medicamentos é um dos principais fatores que comprometem a eficácia dos tratamentos de doenças crônicas.

Organizar a rotina logo no início do ano ajuda a criar constância e facilita a manutenção do cuidado ao longo dos meses.

Faça uma revisão completa dos medicamentos em uso

O primeiro passo é listar todos os medicamentos utilizados atualmente, incluindo:

  • Nome do medicamento

  • Dosagem

  • Horário de uso

  • Duração do tratamento

É importante conferir se alguma prescrição foi alterada no fim do ano ou se há medicamentos que já não devem mais ser utilizados. Em caso de dúvida, a orientação médica ou farmacêutica é fundamental.

Alinhe horários com a rotina real do dia a dia

A organização só funciona quando se adapta à realidade. Ajustar os horários dos medicamentos para momentos fixos do dia, como ao acordar, após as refeições ou antes de dormir, facilita a adesão e reduz esquecimentos.

Para quem utiliza vários medicamentos, manter uma visualização clara do que deve ser tomado em cada período do dia faz toda a diferença.

Use a box de medicamentos a seu favor

A box de medicamentos é uma aliada importante na organização da rotina. Ela permite separar os comprimidos por dia e horário, trazendo mais segurança e praticidade, especialmente para idosos e pessoas com tratamentos contínuos.

Além de evitar confusões, a box ajuda a identificar rapidamente se a medicação já foi tomada, reduzindo erros e doses duplicadas.

Conte com a Dose Certa para mais segurança

A Dose Certa contribui para uma rotina mais organizada ao entregar os medicamentos separados conforme a prescrição médica, prontos para o uso diário. Esse cuidado reduz falhas, facilita o acompanhamento do tratamento e traz mais tranquilidade para pacientes e familiares.

No início do ano, esse tipo de apoio faz diferença para manter o tratamento em dia desde os primeiros meses.

Crie lembretes e acompanhe sua evolução

Alarmes no celular, agendas ou aplicativos de saúde podem ajudar nos primeiros dias, até que o hábito esteja consolidado. Também vale observar como o corpo responde ao tratamento e anotar qualquer efeito diferente para relatar nas consultas de acompanhamento.

Conclusão

Organizar a rotina de medicamentos no início do ano é um passo simples, mas poderoso, para cuidar melhor da saúde ao longo de todo o período. Revisar prescrições, alinhar horários, usar a box de medicamentos e contar com soluções como a Dose Certa contribuem para mais segurança, constância e qualidade de vida.

Calculadora de água por dia

Informe seu peso em quilos e descubra quanto de água seu corpo precisa diariamente.


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Quanto de água eu preciso tomar por dia?
A quantidade ideal de água varia de pessoa para pessoa. Entenda como calcular sua hidratação diária e por que ela é essencial para a saúde.

Quanto de água eu preciso tomar por dia?

Quanto de água eu preciso tomar por dia?

Beber água é uma das orientações de saúde mais repetidas, mas também uma das menos personalizadas. Afinal, existe mesmo uma quantidade ideal de água por dia que funcione para todo mundo? A resposta é não. A necessidade diária de hidratação varia conforme peso, idade, rotina, clima e até o uso de medicamentos.

Entender quanto de água seu corpo realmente precisa é fundamental para manter o equilíbrio do organismo, prevenir sintomas de desidratação e apoiar o bom funcionamento de órgãos como rins, coração e cérebro.

Por que a hidratação é tão importante?

A água participa de praticamente todas as funções do corpo. Ela regula a temperatura corporal, transporta nutrientes, auxilia na digestão, na circulação sanguínea e na eliminação de toxinas. Mesmo uma desidratação leve pode causar fadiga, dor de cabeça, dificuldade de concentração e queda no rendimento físico e mental.

Segundo o Ministério da Saúde, manter uma ingestão adequada de líquidos é um dos pilares para a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônicas.

Existe uma regra fixa para todos?

A recomendação popular de “beber dois litros de água por dia” pode servir como referência geral, mas não considera as necessidades individuais. Pessoas com maior peso corporal, que praticam atividade física ou vivem em regiões mais quentes tendem a precisar de mais água. Já idosos, por exemplo, costumam sentir menos sede, mesmo precisando manter uma boa hidratação.

Por isso, o cálculo personalizado é a forma mais adequada de orientar o consumo diário.

Calculadora: descubra quanto de água você precisa por dia

Uma das formas mais utilizadas por profissionais de saúde para estimar a ingestão diária de água é baseada no peso corporal.

Como calcular

Multiplique seu peso (em kg) por 35 ml de água.

Exemplo

Uma pessoa com 70 kg:
70 x 35 ml = 2.450 ml
Ou seja, aproximadamente 2,4 litros de água por dia.

Esse valor pode aumentar em situações como prática de exercícios, calor intenso, febre, diarreia ou uso de medicamentos que aumentam a perda de líquidos, como diuréticos.

A água pode vir de outras fontes?

Sim. Além da água pura, alimentos também contribuem para a hidratação. Frutas, legumes, sopas e chás sem açúcar ajudam a compor a ingestão diária de líquidos. Ainda assim, a água continua sendo a principal e mais eficiente fonte de hidratação.

Bebidas açucaradas ou alcoólicas não substituem a água e, em alguns casos, podem até favorecer a desidratação.

Atenção especial para quem usa medicamentos

Alguns medicamentos interferem no equilíbrio hídrico do organismo, seja aumentando a eliminação de líquidos ou alterando a percepção de sede. Pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos devem manter atenção redobrada à hidratação e seguir orientações profissionais.

Ter uma rotina organizada de cuidados, com horários bem definidos para medicamentos e ingestão de líquidos, ajuda a evitar esquecimentos e oscilações que impactam a saúde.

Sinais de que você pode estar bebendo pouca água

Boca seca
Urina escura ou em pequeno volume
Cansaço frequente
Dor de cabeça
Tontura
Constipação intestinal

Esses sinais indicam que o corpo pode não estar recebendo a quantidade de água necessária.

Conclusão

Não existe uma quantidade única de água que sirva para todos. Calcular sua necessidade diária, observar os sinais do corpo e manter uma rotina consistente de hidratação são atitudes simples que fazem grande diferença na saúde ao longo do tempo.

A Dose Certa reforça que cuidado diário, organização e informação confiável são fundamentais para manter o equilíbrio do organismo em qualquer fase da vida.

Calculadora de água por dia

Informe seu peso em quilos e descubra quanto de água seu corpo precisa diariamente.


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O que é Epocler e para que serve?
Epocler: entenda para que serve, como age no fígado, quando usar, possíveis efeitos colaterais e a importância do uso consciente.

O que é Epocler e para que serve?

O que é Epocler e para que serve?

O Epocler é um medicamento amplamente conhecido por auxiliar o funcionamento do fígado e aliviar desconfortos digestivos. Muito utilizado em períodos de excessos alimentares ou consumo de bebidas alcoólicas, ele ajuda o organismo a metabolizar gorduras e toxinas de forma mais eficiente.

Apesar de ser popular, é importante entender exatamente para que o Epocler serve, como age no corpo e quando seu uso é indicado, sempre com orientação profissional.

O que é Epocler?

O Epocler é um medicamento composto por substâncias que atuam diretamente no metabolismo hepático, como:

  • Racemetionina

  • Colina

  • Betaína

Esses componentes ajudam o fígado a desempenhar melhor suas funções, especialmente no processamento de gorduras e na desintoxicação do organismo.

Para que serve o Epocler?

O Epocler é indicado principalmente para:

  • Auxiliar o funcionamento do fígado

  • Ajudar na digestão de gorduras

  • Aliviar sensação de estufamento, náusea e mal-estar digestivo

  • Apoiar o metabolismo hepático após excessos alimentares ou alcoólicos

Ele não “limpa” o fígado, mas favorece o trabalho natural do órgão, que é essencial para o equilíbrio do organismo.

Epocler é um remédio para o fígado?

Sim, o Epocler é considerado um medicamento de ação hepatoprotetora e metabólica, ou seja, ajuda o fígado a funcionar melhor. No entanto, ele não substitui tratamentos médicos para doenças hepáticas, como hepatites ou cirrose.

Em casos de sintomas persistentes, é fundamental procurar um médico para investigação adequada.

Quem pode tomar Epocler?

De modo geral, o Epocler pode ser utilizado por adultos, conforme orientação da bula ou de um profissional de saúde. Ele é mais indicado para situações pontuais e não para uso contínuo sem acompanhamento.

Pessoas com condições específicas, gestantes, lactantes ou em uso de outros medicamentos devem sempre consultar um profissional antes de utilizar.

Epocler pode causar efeitos colaterais?

O Epocler costuma ser bem tolerado, mas alguns efeitos podem ocorrer, como:

  • Náusea leve

  • Desconforto gastrointestinal

  • Alterações no paladar

Caso surjam reações inesperadas, o uso deve ser interrompido e um profissional de saúde deve ser consultado.

A importância do uso consciente de medicamentos

Mesmo medicamentos conhecidos e de venda comum devem ser utilizados com responsabilidade. A farmácia tem papel fundamental na orientação sobre o uso correto, evitando excessos e riscos desnecessários.

Soluções como a Dose Certa ajudam a manter a organização da rotina de medicamentos, garantindo mais segurança, adesão ao tratamento e tranquilidade no dia a dia.

Conclusão

O Epocler é um aliado do funcionamento do fígado e da digestão, especialmente em situações pontuais de sobrecarga metabólica. No entanto, seu uso deve ser consciente e orientado, respeitando os limites do organismo e a importância da avaliação profissional.

Leia mais:

BULA EPOCLER: https://loja.raiadosecerta.com.br/bulas/epocler

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