Como a tireoide afeta sua saúde: sintomas de hipotireoidismo e hipertireoidismo
- abril 5, 2025
- 10:12 am
Como a Tireoide Afeta Sua Saúde: Sintomas de Hipotireoidismo e Hipertireoidismo
A tireoide, uma glândula em forma de borboleta localizada no pescoço, desempenha um papel vital no controle do metabolismo e de várias funções corporais. Quando essa glândula não funciona corretamente, podem surgir condições como hipotireoidismo e hipertireoidismo, que afetam a saúde de maneira significativa. Compreender como a tireoide afeta sua saúde e os sintomas dessas condições pode ajudar a buscar um diagnóstico precoce e tratamento adequado.
O que é Hipotireoidismo?
O hipotireoidismo ocorre quando a tireoide não produz hormônios suficientes, o que resulta em um metabolismo mais lento. Essa condição pode afetar uma série de funções do corpo, causando sintomas como:
Cansaço extremo: A fadiga é um dos sintomas mais comuns.
Ganho de peso inexplicado: Mesmo com dieta e exercícios regulares.
Sensação de frio: O corpo tem dificuldade em regular a temperatura.
Pele seca e cabelos ralos: A produção de óleos naturais é reduzida.
Depressão e alterações de humor: O metabolismo lento pode afetar o bem-estar emocional.
Prisão de ventre: O processo digestivo também é afetado.
O que é Hipertireoidismo?
O hipertireoidismo ocorre quando a tireoide produz hormônios em excesso, acelerando o metabolismo. Os sintomas incluem:
Perda de peso inexplicada: Mesmo com aumento do apetite.
Aumento da frequência cardíaca: Pode causar taquicardia e palpitações.
Ansiedade e nervosismo: Sensação de agitação constante.
Tremores nas mãos: Tremores finos podem ser notados.
Suor excessivo: Mesmo em temperaturas normais.
Fadiga: Apesar da aceleração do metabolismo, o corpo sente cansaço.
Como a tireoide afeta sua saúde?
Disfunções na tireoide afetam o funcionamento de diversos sistemas no corpo, não apenas o metabolismo. A saúde cardiovascular pode ser comprometida, já que tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo influenciam a pressão arterial e a frequência cardíaca. Além disso, o desequilíbrio hormonal pode interferir no ciclo menstrual, na fertilidade, na saúde óssea e até mesmo na função cognitiva.
Diagnóstico e Tratamento: Como saber se você tem problemas na tireoide?
O diagnóstico de hipotireoidismo ou hipertireoidismo é feito por meio de exames laboratoriais, como o teste de TSH (hormônio estimulante da tireoide) e os níveis de T3 e T4. É importante consultar um endocrinologista caso apresente algum dos sintomas mencionados, para um diagnóstico preciso.
O tratamento para disfunções na tireoide pode incluir o uso de medicamentos para regular os níveis hormonais. Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária, mas, na maioria dos casos, os medicamentos são suficientes para restaurar o equilíbrio hormonal.
Prevenção e cuidados com a tireoide
Embora muitas condições da tireoide não possam ser completamente prevenidas, adotar hábitos saudáveis pode ajudar a manter a glândula funcionando bem. Manter uma alimentação balanceada, rica em iodo e selênio, praticar exercícios físicos regularmente e evitar o estresse excessivo são medidas que favorecem a saúde da tireoide.
Conclusão
A tireoide tem um impacto profundo na saúde geral do corpo, e compreender os sintomas de hipotireoidismo e hipertireoidismo pode ser crucial para o diagnóstico precoce. Se você perceber sinais de disfunção tireoidiana, não hesite em procurar um médico. Com o tratamento adequado, é possível controlar essas condições e manter um estilo de vida saudável.
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Como organizar a rotina de medicamentos no início do ano?
- janeiro 7, 2026
- 10:09 am
O início do ano costuma ser um período de novos hábitos, planejamentos e ajustes na rotina. É também um momento estratégico para olhar com mais atenção para a saúde e reorganizar o uso de medicamentos, especialmente para quem faz tratamento contínuo. Uma rotina bem estruturada reduz riscos, evita esquecimentos e traz mais tranquilidade no dia a dia.
Por que o começo do ano é o momento ideal
Mudanças de horários, retomada do trabalho, volta às consultas médicas e novos exames tornam janeiro um período propício para revisar tratamentos. Segundo o Ministério da Saúde, a falta de adesão correta aos medicamentos é um dos principais fatores que comprometem a eficácia dos tratamentos de doenças crônicas.
Organizar a rotina logo no início do ano ajuda a criar constância e facilita a manutenção do cuidado ao longo dos meses.
Faça uma revisão completa dos medicamentos em uso
O primeiro passo é listar todos os medicamentos utilizados atualmente, incluindo:
Nome do medicamento
Dosagem
Horário de uso
Duração do tratamento
É importante conferir se alguma prescrição foi alterada no fim do ano ou se há medicamentos que já não devem mais ser utilizados. Em caso de dúvida, a orientação médica ou farmacêutica é fundamental.
Alinhe horários com a rotina real do dia a dia
A organização só funciona quando se adapta à realidade. Ajustar os horários dos medicamentos para momentos fixos do dia, como ao acordar, após as refeições ou antes de dormir, facilita a adesão e reduz esquecimentos.
Para quem utiliza vários medicamentos, manter uma visualização clara do que deve ser tomado em cada período do dia faz toda a diferença.
Use a box de medicamentos a seu favor
A box de medicamentos é uma aliada importante na organização da rotina. Ela permite separar os comprimidos por dia e horário, trazendo mais segurança e praticidade, especialmente para idosos e pessoas com tratamentos contínuos.
Além de evitar confusões, a box ajuda a identificar rapidamente se a medicação já foi tomada, reduzindo erros e doses duplicadas.
Conte com a Dose Certa para mais segurança
A Dose Certa contribui para uma rotina mais organizada ao entregar os medicamentos separados conforme a prescrição médica, prontos para o uso diário. Esse cuidado reduz falhas, facilita o acompanhamento do tratamento e traz mais tranquilidade para pacientes e familiares.
No início do ano, esse tipo de apoio faz diferença para manter o tratamento em dia desde os primeiros meses.
Crie lembretes e acompanhe sua evolução
Alarmes no celular, agendas ou aplicativos de saúde podem ajudar nos primeiros dias, até que o hábito esteja consolidado. Também vale observar como o corpo responde ao tratamento e anotar qualquer efeito diferente para relatar nas consultas de acompanhamento.
Conclusão
Organizar a rotina de medicamentos no início do ano é um passo simples, mas poderoso, para cuidar melhor da saúde ao longo de todo o período. Revisar prescrições, alinhar horários, usar a box de medicamentos e contar com soluções como a Dose Certa contribuem para mais segurança, constância e qualidade de vida.
Calculadora de água por dia
Informe seu peso em quilos e descubra quanto de água seu corpo precisa diariamente.
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Quanto de água eu preciso tomar por dia?
- janeiro 5, 2026
- 1:48 pm
Quanto de água eu preciso tomar por dia?
Beber água é uma das orientações de saúde mais repetidas, mas também uma das menos personalizadas. Afinal, existe mesmo uma quantidade ideal de água por dia que funcione para todo mundo? A resposta é não. A necessidade diária de hidratação varia conforme peso, idade, rotina, clima e até o uso de medicamentos.
Entender quanto de água seu corpo realmente precisa é fundamental para manter o equilíbrio do organismo, prevenir sintomas de desidratação e apoiar o bom funcionamento de órgãos como rins, coração e cérebro.
Por que a hidratação é tão importante?
A água participa de praticamente todas as funções do corpo. Ela regula a temperatura corporal, transporta nutrientes, auxilia na digestão, na circulação sanguínea e na eliminação de toxinas. Mesmo uma desidratação leve pode causar fadiga, dor de cabeça, dificuldade de concentração e queda no rendimento físico e mental.
Segundo o Ministério da Saúde, manter uma ingestão adequada de líquidos é um dos pilares para a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônicas.
Existe uma regra fixa para todos?
A recomendação popular de “beber dois litros de água por dia” pode servir como referência geral, mas não considera as necessidades individuais. Pessoas com maior peso corporal, que praticam atividade física ou vivem em regiões mais quentes tendem a precisar de mais água. Já idosos, por exemplo, costumam sentir menos sede, mesmo precisando manter uma boa hidratação.
Por isso, o cálculo personalizado é a forma mais adequada de orientar o consumo diário.
Calculadora: descubra quanto de água você precisa por dia
Uma das formas mais utilizadas por profissionais de saúde para estimar a ingestão diária de água é baseada no peso corporal.
Como calcular
Multiplique seu peso (em kg) por 35 ml de água.
Exemplo
Uma pessoa com 70 kg:
70 x 35 ml = 2.450 ml
Ou seja, aproximadamente 2,4 litros de água por dia.
Esse valor pode aumentar em situações como prática de exercícios, calor intenso, febre, diarreia ou uso de medicamentos que aumentam a perda de líquidos, como diuréticos.
A água pode vir de outras fontes?
Sim. Além da água pura, alimentos também contribuem para a hidratação. Frutas, legumes, sopas e chás sem açúcar ajudam a compor a ingestão diária de líquidos. Ainda assim, a água continua sendo a principal e mais eficiente fonte de hidratação.
Bebidas açucaradas ou alcoólicas não substituem a água e, em alguns casos, podem até favorecer a desidratação.
Atenção especial para quem usa medicamentos
Alguns medicamentos interferem no equilíbrio hídrico do organismo, seja aumentando a eliminação de líquidos ou alterando a percepção de sede. Pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos devem manter atenção redobrada à hidratação e seguir orientações profissionais.
Ter uma rotina organizada de cuidados, com horários bem definidos para medicamentos e ingestão de líquidos, ajuda a evitar esquecimentos e oscilações que impactam a saúde.
Sinais de que você pode estar bebendo pouca água
Boca seca
Urina escura ou em pequeno volume
Cansaço frequente
Dor de cabeça
Tontura
Constipação intestinal
Esses sinais indicam que o corpo pode não estar recebendo a quantidade de água necessária.
Conclusão
Não existe uma quantidade única de água que sirva para todos. Calcular sua necessidade diária, observar os sinais do corpo e manter uma rotina consistente de hidratação são atitudes simples que fazem grande diferença na saúde ao longo do tempo.
A Dose Certa reforça que cuidado diário, organização e informação confiável são fundamentais para manter o equilíbrio do organismo em qualquer fase da vida.
Calculadora de água por dia
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O que é Epocler e para que serve?
- dezembro 29, 2025
- 4:52 pm
O que é Epocler e para que serve?
O Epocler é um medicamento amplamente conhecido por auxiliar o funcionamento do fígado e aliviar desconfortos digestivos. Muito utilizado em períodos de excessos alimentares ou consumo de bebidas alcoólicas, ele ajuda o organismo a metabolizar gorduras e toxinas de forma mais eficiente.
Apesar de ser popular, é importante entender exatamente para que o Epocler serve, como age no corpo e quando seu uso é indicado, sempre com orientação profissional.
O que é Epocler?
O Epocler é um medicamento composto por substâncias que atuam diretamente no metabolismo hepático, como:
Racemetionina
Colina
Betaína
Esses componentes ajudam o fígado a desempenhar melhor suas funções, especialmente no processamento de gorduras e na desintoxicação do organismo.
Para que serve o Epocler?
O Epocler é indicado principalmente para:
Auxiliar o funcionamento do fígado
Ajudar na digestão de gorduras
Aliviar sensação de estufamento, náusea e mal-estar digestivo
Apoiar o metabolismo hepático após excessos alimentares ou alcoólicos
Ele não “limpa” o fígado, mas favorece o trabalho natural do órgão, que é essencial para o equilíbrio do organismo.
Epocler é um remédio para o fígado?
Sim, o Epocler é considerado um medicamento de ação hepatoprotetora e metabólica, ou seja, ajuda o fígado a funcionar melhor. No entanto, ele não substitui tratamentos médicos para doenças hepáticas, como hepatites ou cirrose.
Em casos de sintomas persistentes, é fundamental procurar um médico para investigação adequada.
Quem pode tomar Epocler?
De modo geral, o Epocler pode ser utilizado por adultos, conforme orientação da bula ou de um profissional de saúde. Ele é mais indicado para situações pontuais e não para uso contínuo sem acompanhamento.
Pessoas com condições específicas, gestantes, lactantes ou em uso de outros medicamentos devem sempre consultar um profissional antes de utilizar.
Epocler pode causar efeitos colaterais?
O Epocler costuma ser bem tolerado, mas alguns efeitos podem ocorrer, como:
Náusea leve
Desconforto gastrointestinal
Alterações no paladar
Caso surjam reações inesperadas, o uso deve ser interrompido e um profissional de saúde deve ser consultado.
A importância do uso consciente de medicamentos
Mesmo medicamentos conhecidos e de venda comum devem ser utilizados com responsabilidade. A farmácia tem papel fundamental na orientação sobre o uso correto, evitando excessos e riscos desnecessários.
Soluções como a Dose Certa ajudam a manter a organização da rotina de medicamentos, garantindo mais segurança, adesão ao tratamento e tranquilidade no dia a dia.
Conclusão
O Epocler é um aliado do funcionamento do fígado e da digestão, especialmente em situações pontuais de sobrecarga metabólica. No entanto, seu uso deve ser consciente e orientado, respeitando os limites do organismo e a importância da avaliação profissional.
Leia mais:
BULA EPOCLER: https://loja.raiadosecerta.com.br/bulas/epocler
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Diabetes e saúde oral: cuidados essenciais
- dezembro 29, 2025
- 11:34 am
O diabetes impacta diversas áreas do organismo, e a saúde bucal é uma delas. Pessoas com diabetes têm maior risco de desenvolver problemas na boca quando a glicemia não está bem controlada. Por isso, entender essa relação e adotar cuidados diários é fundamental para a prevenção de complicações e para a qualidade de vida.
Qual a relação entre diabetes e saúde oral?
Níveis elevados de glicose no sangue podem favorecer o crescimento de bactérias na boca e reduzir a capacidade do organismo de combater infecções. Segundo o Ministério da Saúde, pessoas com diabetes mal controlado têm maior propensão a inflamações gengivais e infecções periodontais.
Além disso, a inflamação na gengiva também pode dificultar o controle da glicemia, criando um ciclo que prejudica tanto a saúde oral quanto o controle do diabetes.
Principais problemas bucais associados ao diabetes
Doença gengival
A gengivite e a periodontite são mais comuns em pessoas com diabetes. Os sinais incluem gengivas inchadas, avermelhadas, sensíveis e com sangramento frequente.
Boca seca
A redução da produção de saliva é comum em quem tem diabetes, favorecendo cáries, mau hálito e desconforto ao mastigar ou falar.
Infecções e cicatrização lenta
Feridas na boca, aftas e pequenas lesões podem demorar mais para cicatrizar, aumentando o risco de infecções.
Alterações no paladar
Algumas pessoas relatam mudanças no sabor dos alimentos, o que pode interferir na alimentação e no prazer ao comer.
Cuidados essenciais para proteger a saúde oral
Manter hábitos simples e consistentes faz grande diferença na prevenção de problemas bucais:
escovar os dentes ao menos duas vezes ao dia com creme dental fluoretado
usar fio dental diariamente
manter a glicemia controlada
beber água com frequência para evitar boca seca
evitar o tabagismo
realizar consultas regulares com o dentista
Informar o dentista sobre o diagnóstico de diabetes e os medicamentos utilizados ajuda a garantir um acompanhamento mais seguro.
A importância da rotina de medicamentos organizada
O controle do diabetes depende diretamente da regularidade do tratamento. Esquecer doses ou tomar medicamentos fora do horário pode prejudicar a glicemia e, consequentemente, aumentar o risco de complicações, inclusive na saúde oral.
A Dose Certa ajuda a manter essa rotina organizada, com a box de medicamentos separada por dia e horário, facilitando o uso correto e promovendo mais segurança no cuidado diário.
Conclusão
Cuidar da saúde oral é parte essencial do tratamento do diabetes. Com boa higiene bucal, acompanhamento profissional e controle adequado da glicemia, é possível prevenir complicações e manter o bem-estar. Pequenas atitudes diárias fazem grande diferença na saúde como um todo.

