Câncer de intestino: sinais de alerta e sintomas comuns
O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, é um dos tipos de câncer mais frequentes no Brasil. Em muitos casos, a doença pode não causar sintomas nas fases iniciais. Quando eles aparecem, costumam estar relacionados a mudanças no funcionamento do intestino ou à presença de sangue nas fezes.
Embora esses sinais possam estar associados a outras condições de saúde, é importante procurar avaliação médica quando forem persistentes ou recorrentes. O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento bem-sucedido.
Quais são os sintomas mais comuns?
Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra, mas os mais frequentemente associados ao câncer de intestino incluem:
- Sangue nas fezes;
- Mudança persistente no hábito intestinal, como diarreia ou prisão de ventre;
- Sensação de evacuação incompleta;
- Fezes mais finas do que o habitual;
- Dor ou desconforto abdominal persistente;
- Perda de peso sem causa aparente;
- Cansaço ou fraqueza, especialmente quando relacionados à anemia.
Esses sintomas não confirmam a presença da doença, mas merecem investigação médica, principalmente quando persistem por várias semanas.
Quando procurar um médico?
É recomendado buscar avaliação médica se houver:
- Sangue nas fezes;
- Alterações persistentes no hábito intestinal;
- Dor abdominal frequente sem causa conhecida;
- Perda de peso involuntária;
- Cansaço persistente associado à anemia.
O profissional poderá avaliar os sintomas e, quando necessário, solicitar exames para investigar a causa.
Quem tem maior risco de desenvolver a doença?
Alguns fatores estão associados a um risco maior de câncer de intestino, como:
- Idade acima de 50 anos;
- Histórico familiar de câncer colorretal;
- Doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa e doença de Crohn;
- Alimentação rica em carnes processadas e pobre em fibras;
- Sedentarismo;
- Obesidade;
- Tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
Ter um ou mais fatores de risco não significa que a pessoa desenvolverá a doença, mas reforça a importância do acompanhamento médico e das medidas de prevenção.
É possível prevenir?
Nem todos os casos podem ser evitados, mas hábitos saudáveis ajudam a reduzir o risco. As principais recomendações incluem:
- Manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais;
- Praticar atividade física regularmente;
- Evitar o tabagismo;
- Limitar o consumo de bebidas alcoólicas;
- Manter um peso adequado;
- Realizar exames de rastreamento quando indicados pelo médico, especialmente para pessoas com maior risco.
Em resumo
O câncer de intestino pode não causar sintomas no início, mas alterações persistentes no funcionamento do intestino, sangue nas fezes e perda de peso sem explicação merecem atenção.
Ao perceber esses sinais, procure avaliação médica. Quando diagnosticado precocemente, o câncer colorretal apresenta maiores chances de tratamento e melhores resultados.
Fontes:
Instituto Nacional de Câncer (INCA) – Câncer de intestino (cólon e reto) – https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/intestino
Ministério da Saúde – https://www.gov.br/saude/
Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) – Informações sobre câncer colorretal- https://sbcp.org.br/
World Health Organization (WHO) – Colorectal cancer – https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/cancer
Anvisa aprova novo medicamento para prevenção da enxaqueca
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Aquipta (atogepanto), um novo medicamento oral destinado à prevenção da enxaqueca. A autorização foi publicada em 8 de setembro de 2026 e contempla adultos que apresentam pelo menos quatro episódios da doença por mês.
A nova opção é indicada para a prevenção tanto da enxaqueca episódica quanto da forma crônica.
Como o Aquipta age contra a enxaqueca?
O Aquipta (atogepanto) atua sobre uma via envolvida na transmissão da dor e nos mecanismos relacionados à enxaqueca. Dessa forma, o medicamento busca evitar o aparecimento das crises, em vez de atuar apenas depois que a dor começa.
Nos estudos que avaliaram o medicamento, o tratamento reduziu de forma significativa o número de dias com enxaqueca por mês quando comparado ao placebo, tanto entre pessoas com a forma episódica quanto entre aquelas com enxaqueca crônica.
Para quem o medicamento é indicado?
De acordo com a aprovação da Anvisa, o Aquipta é destinado a adultos que apresentam pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca.
A indicação é voltada à prevenção das crises. Por isso, o medicamento não deve ser entendido como uma opção para tratar qualquer dor de cabeça ou como substituto de uma avaliação médica. A escolha do tratamento depende da frequência das crises, dos sintomas, do histórico de saúde e da resposta de cada pessoa às opções disponíveis.
Enxaqueca vai além da dor de cabeça
A enxaqueca é uma doença neurológica caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave. Durante as crises, também podem ocorrer sintomas como:
- Náuseas e vômitos
- Sensibilidade à luz
- Sensibilidade aos sons
Essa condição pode interferir na rotina, no trabalho, na vida social e na qualidade de vida.
Novo medicamento amplia opções de prevenção
A aprovação do Aquipta representa mais uma alternativa para a prevenção da enxaqueca no Brasil. Segundo a Anvisa, muitas das opções já existentes não atuam diretamente em mecanismos específicos relacionados à fisiopatologia da doença.
O atogepanto faz parte de uma classe de medicamentos que atua sobre uma via relacionada à transmissão da dor e ao desenvolvimento das crises. A disponibilidade de uma nova opção pode ampliar as possibilidades de tratamento para adultos que convivem com episódios frequentes, sempre de acordo com avaliação e acompanhamento profissional.
Conclusão
O novo medicamento Aquipta aprovado pela Anvisa traz uma nova opção oral para a prevenção da enxaqueca em adultos com quatro ou mais episódios mensais.
Embora represente um avanço nas alternativas disponíveis, o medicamento deve ser utilizado conforme indicação médica. Pessoas que apresentam crises frequentes ou que tiveram mudanças no padrão das dores devem procurar avaliação profissional para identificar a melhor estratégia de tratamento.
Fontes:
Anvisa — Anvisa aprova medicamento para prevenção de enxaqueca — https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-aprova-medicamento-para-prevencao-de-enxaqueca
Agência Brasil — Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca — https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-enxaqueca
CNN Brasil — Anvisa aprova novo medicamento para prevenção de enxaqueca — https://www.cnnbrasil.com.br/saude/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-prevencao-de-enxaqueca-saiba-qual/
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Alzeimer precoce: sinais além da perda de memória
Resposta rápida
O que é o Alzheimer precoce?
O Alzheimer precoce é a doença de Alzheimer que surge antes dos 65 anos. Além da perda de memória, pode causar alterações na linguagem, dificuldade para planejar e realizar tarefas, problemas de orientação e mudanças de comportamento.
Quando se fala em doença de Alzheimer, a perda de memória costuma ser o primeiro sinal lembrado. Porém, principalmente nos casos de início precoce, outras mudanças cognitivas e comportamentais também podem chamar a atenção.
Dificuldades para encontrar palavras, organizar tarefas, resolver problemas, reconhecer lugares ou objetos e mudanças de personalidade podem estar entre os sinais que merecem investigação. O Alzheimer pode afetar diferentes áreas do cérebro e, por isso, os sintomas variam de uma pessoa para outra.
Dificuldade para encontrar palavras
Uma pessoa que antes se comunicava normalmente pode começar a ter dificuldade frequente para encontrar palavras ou expressar uma ideia.
Trocar palavras, perder o raciocínio durante uma conversa ou ter dificuldade para compreender determinadas informações também podem acontecer. Quando essas alterações são persistentes e começam a interferir na comunicação cotidiana, é importante buscar avaliação profissional.
Problemas para planejar e organizar
Outra mudança que pode aparecer está relacionada às funções executivas, responsáveis por atividades como planejamento, organização, tomada de decisões e resolução de problemas.
A pessoa pode começar a ter dificuldade para organizar as contas, preparar uma refeição seguindo etapas ou realizar tarefas que antes faziam parte da rotina.
Complicações para realizar tarefas conhecidas
Atividades que sempre foram simples podem se tornar mais difíceis. A pessoa pode esquecer como realizar determinadas tarefas, ter problemas para utilizar objetos conhecidos ou precisar de mais ajuda para completar atividades do dia a dia.
Desorientação e dificuldade para reconhecer lugares
Alterações nas habilidades visuoespaciais também podem ocorrer. Um dos sinais é começar a se perder em lugares conhecidos ou ter dificuldade para encontrar um caminho que antes era familiar. Problemas para reconhecer objetos ou compreender determinadas informações visuais também podem aparecer.
Mudanças de comportamento e personalidade
Mudanças no comportamento podem acompanhar o comprometimento cognitivo. A pessoa pode apresentar maior irritabilidade, apatia, ansiedade, isolamento social ou mudanças na maneira de se relacionar com familiares e amigos. Essas mudanças, especialmente quando são novas e persistentes, também merecem atenção.
Nem todo esquecimento significa Alzheimer
É importante lembrar que esquecer algo ocasionalmente faz parte da vida e não significa necessariamente que exista uma doença neurodegenerativa.
Problemas de memória e pensamento também podem estar relacionados a outras condições, incluindo depressão, deficiência de vitaminas e efeitos de medicamentos. Por isso, a investigação médica é fundamental para identificar a causa.
Quando procurar ajuda?
Alterações que persistem, pioram com o tempo ou começam a interferir no trabalho, nos relacionamentos ou nas atividades do dia a dia devem ser avaliadas por um profissional de saúde.
O diagnóstico precoce permite investigar outras possíveis causas dos sintomas e, quando há uma doença neurodegenerativa, possibilita iniciar o acompanhamento e as medidas de cuidado mais adequadas.
Em resumo
O Alzheimer não se manifesta apenas pela perda de memória. Dificuldades de linguagem, planejamento, orientação, realização de tarefas e mudanças de comportamento também podem fazer parte do quadro.
Perceber essas alterações e buscar avaliação profissional é importante, especialmente quando os sintomas são persistentes ou começam a afetar a rotina. Quanto antes a causa for investigada, maiores são as possibilidades de orientar adequadamente o cuidado.
Fontes:
Ministério da Saúde – Alzheimer — https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/alzheimer
Ministério da Saúde – Diagnóstico precoce: Pessoas com Demência — https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/demencia/unidade-de-atencao-primaria/diagnostico-precoce/
Ministério da Saúde – Doença de Alzheimer e outras demências — https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa/alzheimer-e-outras-demencias/alzheimer-e-outras-demencias
Alzheimer’s Association Brasil – Ajuda sobre Alzheimer e demência — https://www.alz.org/br/demencia-alzheimer-brasil.asp
Novas diretrizes atualizam tratamento do diabetes tipo 2
O tratamento do diabetes tipo 2 ganhou novas orientações no Brasil. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) atualizou suas diretrizes em agosto de 2026 e passou a propor uma abordagem mais ampla para o controle da doença.
A principal mudança é que o tratamento deixa de ter como foco apenas a redução da glicemia. A nova diretriz também destaca o controle do excesso de gordura corporal e a prevenção de complicações cardiovasculares e renais.
A atualização acompanha uma mudança na forma como o diabetes tipo 2 é compreendido: além de controlar a glicose, o tratamento deve considerar outros fatores que influenciam a evolução da doença.
O que mudou no tratamento do diabetes tipo 2?
A nova diretriz recomenda avaliar o paciente de forma mais ampla desde o início do tratamento. Isso inclui analisar o controle glicêmico, o peso corporal e o risco de complicações cardiovasculares e renais.
Para pessoas com diabetes tipo 2 e maior risco cardiovascular ou renal, determinados medicamentos podem ser indicados independentemente do nível de hemoglobina glicada. Entre eles estão os inibidores de SGLT2 e os medicamentos que atuam sobre o sistema GLP-1. A escolha depende das características e necessidades de cada paciente.
Controle do peso ganha mais importância
Uma das principais novidades é a valorização do controle do excesso de peso como parte do tratamento do diabetes tipo 2.
Para pessoas com diabetes tipo 2 e IMC igual ou superior a 30 kg/m², a SBD recomenda considerar medicamentos que atuam sobre o receptor de GLP-1 ou sobre os receptores de GLP-1 e GIP, com o objetivo principal de reduzir o peso. Em pessoas com IMC entre 27 e 30 kg/m², essa estratégia também pode ser considerada em situações específicas.
A proposta é não esperar que o excesso de peso se agrave para começar a agir. O controle da adiposidade (acúmulo excessivo de gordura) passa a fazer parte de uma estratégia mais ampla de prevenção da progressão do diabetes e de suas complicações.
O tratamento pode começar com mais de um medicamento
Outra mudança importante está relacionada à intensificação do tratamento.
A metformina continua sendo recomendada como opção inicial para adultos com diabetes tipo 2 recém-diagnosticado que não apresentam contraindicações. Porém, quando a hemoglobina glicada está mais elevada no diagnóstico, a nova diretriz recomenda considerar a terapia combinada desde o início.
Se a resposta ao tratamento não for suficiente, outras combinações de medicamentos podem ser acrescentadas progressivamente. A ideia é evitar que o tratamento permaneça sem mudanças durante períodos prolongados quando as metas de controle não estão sendo alcançadas.
E quando o paciente precisa de insulina?
A insulina continua sendo importante em determinadas situações. Pessoas que chegam ao diagnóstico com hiperglicemia grave e sintomas como muita sede, aumento da frequência urinária e perda de peso podem precisar de terapia baseada em insulina para estabilizar o quadro.
Depois que a situação estiver controlada, o tratamento pode ser reavaliado pelo médico. Dependendo do caso, outras opções podem ser utilizadas isoladamente ou em combinação com a insulina.
Proteção do coração e dos rins também entra no foco
A nova abordagem considera que o diabetes tipo 2 está relacionado a um risco aumentado de problemas cardiovasculares e renais.
Por isso, a escolha do medicamento não deve considerar apenas sua capacidade de reduzir a glicose. Também devem ser avaliados seus possíveis benefícios para o coração, os rins, o controle do peso e outros aspectos da saúde.
Essa abordagem também aparece nas recomendações da American Diabetes Association (ADA), que orienta a escolha dos medicamentos de acordo com os riscos cardiovasculares e renais, o peso, os efeitos adversos, o custo e as características individuais de cada pessoa.
O que isso muda para quem tem diabetes tipo 2?
Na prática, a atualização reforça que o tratamento deve ser individualizado. Duas pessoas com diabetes tipo 2 podem ter necessidades diferentes. Uma pode precisar de maior atenção ao controle glicêmico, enquanto outra pode apresentar obesidade ou maior risco cardiovascular e renal, fatores que influenciam a escolha do tratamento.
Por isso, os medicamentos não devem ser iniciados, trocados ou interrompidos por conta própria, apenas com acompanhamento e indicação médica.
Em resumo
As novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes ampliam a forma de tratar o diabetes tipo 2. Além do controle da glicemia, o tratamento passa a dar maior atenção ao excesso de gordura corporal e à prevenção de complicações cardiovasculares e renais.
A mudança reforça a importância de um cuidado individualizado, no qual a escolha dos medicamentos considera não apenas a glicose, mas também o peso, os riscos associados e as características de cada paciente.
Fontes:
Sociedade Brasileira de Diabetes – Manejo do Diabetes Mellitus Tipo 2 – Diretriz SBD 2026 — https://diretriz.diabetes.org.br/manejo-do-diabetes-mellitus-tipo-2/
Sociedade Brasileira de Diabetes – Diretriz SBD 2026 — https://diretriz.diabetes.org.br/
American Diabetes Association – Standards of Care in Diabetes 2026: Pharmacologic Approaches to Glycemic Treatment — https://diabetesjournals.org/care/article/49/Supplement_1/S183/163934/9-Pharmacologic-Approaches-to-Glycemic-Treatment
Folha de S.Paulo – Sociedade de diabetes atualiza diretrizes e inclui combate à obesidade no tratamento — https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/08/sociedade-de-diabetes-atualiza-diretrizes-e-inclui-combate-a-obesidade-no-tratamento.shtml
Sociedade Brasileira de Diabetes – Tratamento do DM2 no Sistema Único de Saúde (SUS) — https://diretriz.diabetes.org.br/tratamento-do-dm2-no-sistema-unico-de-saude-sus/
Organização de Medicamentos em Sachês: Guia Completo 2026
Resposta rápida
O que é organização de remédios em sachês?
A organização de medicamentos em sachês é um serviço que separa os medicamentos do tratamento mensal em embalagens individuais, de acordo com a prescrição e os horários de uso. Cada sachê reúne os medicamentos de um determinado momento do dia e é identificado com os dados do paciente, data, horário e doses, facilitando a organização e o acompanhamento do tratamento.
Para quem utiliza vários medicamentos diariamente, manter doses e horários organizados pode ser um desafio. O serviço de organização de medicamentos em sachês, como o da Raia Dose Certa, é uma alternativa que reúne os medicamentos em embalagens individuais, identificadas de acordo com a prescrição com dia, horário e informações do paciente.
Na prática, a proposta é simplificar a rotina e facilitar a conferência das doses, tanto para quem utiliza os medicamentos quanto para familiares, cuidadores e equipes de ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos).
O que é a organização de medicamentos em sachês?
A organização de medicamentos em sachês é um serviço que separa os medicamentos do tratamento mensal em embalagens individuais, de acordo com a prescrição e os horários de uso.
Cada sachê reúne os medicamentos de um determinado momento do dia e é identificado com os dados do paciente, data, horário e doses, facilitando a organização e o acompanhamento do tratamento.
Essa solução pode ser especialmente útil para pessoas que utilizam vários medicamentos diariamente e precisam administrar diferentes doses e horários.
Como funciona?
O processo começa com a seleção dos medicamentos, horários e o envio da prescrição médica atualizada. As informações são avaliadas pela equipe de farmacêuticos e, após a validação, os medicamentos são organizados conforme os horários indicados na receita.
A tecnologia automatizada permite separar e identificar as doses de forma individualizada, promovendo maior segurança. De maneira geral, o processo envolve:
- Envio da prescrição;
- Avaliação das informações pela equipe farmacêutica;
- Organização dos medicamentos conforme a receita;
- Separação das doses por dia e horário;
- Identificação dos sachês;
- Entrega direto na sua casa.
Caso exista uma alteração na prescrição, é necessário comunicar a equipe responsável e apresentar a nova orientação médica.
O que vem no sachê?
Cada sachê traz informações que ajudam a identificar a dose e o momento correto da administração. Entre as informações presentes estão:
- Nome do paciente;
- Data e dia da semana;
- Horário da dose;
- Relação dos medicamentos presentes;
- Dosagens correspondentes;
- Fabricante, lote, validade e farmacêutico responsável.
Essa identificação facilita a conferência e ajuda a tornar a rotina de medicamentos mais organizada, mantendo a adesão ao tratamento de forma segura e eficaz.
Quais são os benefícios?
A organização em sachês pode trazer mais praticidade para diferentes situações do dia a dia.
Mais organização
Os medicamentos ficam separados de acordo com os horários da prescrição, reduzindo a necessidade de organizar manualmente as doses todos os dias.
Mais praticidade para pacientes e cuidadores
A identificação individual facilita a visualização das doses e ajuda familiares e cuidadores a acompanhar a rotina de medicamentos.
Mais praticidade fora de casa
Os sachês individuais também podem facilitar o transporte das doses necessárias durante viagens ou períodos fora de casa, respeitando sempre as condições adequadas de armazenamento dos medicamentos.
Mais facilidade para acompanhar a rotina
A identificação das doses permite verificar quais medicamentos estão previstos para determinado horário, tornando a rotina mais visual e organizada.
Sachês x organizadores manuais
Os organizadores manuais permitem separar os medicamentos por dia da semana e turno, mas dependem da organização manual e podem deixar os comprimidos sem identificação e fora da embalagem original. Isso pode expor alguns medicamentos à luz, umidade, oxigênio e calor, comprometendo sua estabilidade e eficácia.
Nos sachês personalizados, as doses são organizadas previamente conforme a prescrição e ficam disponíveis em embalagens individuais, identificadas e apropriadas para a conservação do medicamento. Essa forma facilita a administração dos medicamentos além de trazer mais segurança para o paciente.
Organização de medicamentos em ILPIs
Em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), a organização de medicamentos envolve uma rotina ainda mais complexa, devido ao número de residentes, medicamentos e horários administrados diariamente.
Os sachês individualizados ajudam a organizar as doses e facilitar a identificação dos medicamentos durante a rotina da instituição. Para as equipes, isso pode contribuir para uma rotina mais estruturada, especialmente quando há grande volume de medicamentos para administrar.
Benefícios da organização de medicamentos em sachês para as ILPIs
O serviço de organização de medicamentos em sachês, integrado aos processos da instituição e às orientações dos profissionais responsáveis pelo cuidado dos residentes, pode contribuir para:
- Padronizar a organização das doses;
- Facilitar a conferência dos medicamentos;
- Reduzir a necessidade de separação manual;
- Facilitar a identificação das doses;
- Ganhar mais tempo para outras atividades;
- Apoiar a organização da rotina da equipe.
Como funciona a Raia Dose Certa?
A Raia Dose Certa é um serviço de organização de medicamentos que separa as doses do tratamento mensal em sachês personalizados, identificados por dia, horário, medicamento e dose. Assim, cada sachê reúne os medicamentos que devem ser tomados em determinado momento, facilitando a rotina e o acompanhamento do tratamento.
O serviço conta com produção automatizada e revisão farmacêutica, garantindo mais praticidade e organização no dia a dia. Os sachês são enviados mensalmente em uma caixa prática, já preparados para acompanhar a rotina do paciente e ajudar a tornar o uso dos medicamentos mais simples e organizado.
Perguntas frequentes sobre organização de medicamentos em sachês
Posso colocar qualquer medicamento no sachê?
Sim. Todos os medicamentos, desde que sejam em comprimido ou cápsula, podem ser inclusos nos sachês. Outros tipos de medicamento como em xaropes, pomadas, colírios são enviados junto com a caixa mensalmente.
Posso incluir vitaminas e suplementos?
Sim. Suplementos e vitaminas também são compatíveis com o serviço. Quando são em comprimido ou em cápsula são inclusos no sachê, já os que são por exemplo em pó, gotas, everfecentes são enviados junto com a caixa mensalmente.
O que acontece se o médico mudar a dose?
A nova prescrição deve ser comunicada à equipe responsável para que a organização das próximas doses seja atualizada. Não altere a dose por conta própria.
Os sachês podem ser usados em viagens?
Sim. A organização individual em sachês facilita o transporte das doses tanto no dia a dia, quanto em viagens.
Uso remédios controlados, e agora?
Você pode anexar a prescrição médica diretamente pelo site da Raia Dose Certa. Para receitas físicas, disponibilizamos um portador para realizar a coleta.
A Raia Dose Certa atende ILPIs?
Sim. A Raia Dose Certa possui soluções voltadas para instituições, considerando as necessidades relacionadas à organização da rotina de medicamentos.
Conclusão
A organização de medicamentos em sachês transforma diferentes cartelas, horários e doses em uma rotina mais organizada e fácil de acompanhar.
Para pacientes, familiares, cuidadores e instituições, a combinação de identificação individual, tecnologia e acompanhamento farmacêutico pode contribuir para uma rotina mais prática e estruturada.
Quando a rotina de medicamentos é organizada, fica mais fácil saber o que deve ser administrado em cada horário e acompanhar o tratamento com mais tranquilidade. Saiba mais sobre a Raia Dose Certa.


